NEWSLETTER
Cadastre seu e-mail e receba notícias, promoções...
BT NEWSPAPERS
clique e baixe
Massachusetts | Edição: ma 2213 / Publicação: 18 de maio d
New York | Edição: NY 1618 / Publicação: 18 de maio d
BT MAGAZINE
BT Magazine | Edição: Edio de Dezembro / Publicação: 15/12/2011
EXCHANGE RATES
Editorial - Brazil News
AUMENTAR FONTE
Dilma vive situação melhor que Lula e pior que FHC
21 de novembro de 2011.

Para cientista político da FGV, maioria da presidenta é mais confortável que a de seu antecessor. Mas heterogeneidade dos partidos que a apoiam dificulta definição da pauta e a faz enfrentar instabilidade maior que Fernando Henrique. Professor analisou pesquisa encomendada pelo Congresso em Foco

Melhor que o petista Lula, pior que o tucano Fernando Henrique Cardoso. Para o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ) Márcio Grijó Vilarouca, assim pode ser resumida a situação da presidenta Dilma Rousseff (PT) em relação à sua base governista. Na avaliação do cientista político, o grande número de partidos com perfis distintos que integram o bloco de sustentação da presidenta no Congresso garante a ela, por um lado, folgada maioria. Mas, por outro, dificulta a definição de uma pauta pelo Executivo.

“Comparativamente, a situação da Dilma é melhor que a coalizão do governo Lula, que não tinha maioria no Senado. Mas é pior que a do Fernando Henrique, que tinha uma coalizão mais enxuta, de centro-direita. Com Dilma, são dez partidos heterogêneos, com um elevado número de atores para a coalizão. Não é simples levar adiante uma agenda de governo. É um problema satisfazer a diversidade de partidos de espectros ideológicos diferentes”, observa.

Em seus dois governos, Fernando Henrique Cardoso teve o apoio do PSDB, do PFL (atual DEM), do PTB, do PPB (atual PP) e de parte do PMDB, partidos que lhe garantiram maioria nas duas Casas legislativas. Com um leque maior de legendas em torno de si, Lula manteve-se com folga na Câmara, mas enfrentou ferrenha oposição no Senado ao longo de seus oito anos de governo. Um problema que não existe para Dilma, com sua ampla maioria entre deputados e senadores.

Márcio Vilarouca analisou os dados levantados pelo Instituto Análise, em pesquisa encomendada para a Revista Congresso em Foco. Na visão dele, as respostas dadas pelos 150 parlamentares entrevistados revelam um Congresso bastante fragmentado e ciente de seu pouco poder decisório. 

uol.com.br
Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar essa matéria
Envie seu comentário preenchendo
o formulário abaixo.
>> Outras notícias
Copyright © 2008 Brazilian Times. Todos os direitos reservados.
É permitida a reprodução de matéria e foto desde que citada a fonte: Braziliantimes.com

Produzido e gerenciado por: Midtech.