A luta da família do brasileiro Walter Magesky, mais conhecido como “Cowboy de Rondônia”, ganhou um novo capítulo nesta semana. Apesar de ter conquistado o direito de responder ao processo de imigração em liberdade mediante pagamento de fiança, Walter permanece detido por decisão de um promotor do Departamento de Imigração dos Estados Unidos (ICE, sigla em inglês).
Publicidade
Publicidade
Brasileiro preso pelo ICE em Massachusetts paga fiança, mas segue detido após intervenção de promotor
A luta da família do brasileiro Walter Magesky, mais conhecido como “Cowboy de Rondônia”, ganhou um novo capítulo nesta semana. Apesar de ter conquistado o direito de responder ao processo de imigração em liberdade mediante pagamento de fiança, Walter permanece detido por decisão de um promotor do Departamento de Imigração dos Estados Unidos (ICE, sigla em inglês).
Segundo sua esposa, Marineuza Magesky, a decisão do juiz de conceder fiança foi uma importante vitória. “Graças ao esforço do nosso advogado, conseguimos pagar a fiança de 20 mil dólares na sexta-feira, dia 11. A expectativa era que ele fosse solto na segunda, dia 14”, contou ela pelas redes sociais.
No entanto, a esperança de reencontro foi frustrada. Um promotor de imigração decidiu embargar a soltura, alegando — segundo acredita Marineuza — que o tempo médio de detenção de outros imigrantes seria maior que o de Walter. “Ele deve ter pensado que, como outros ficam entre 60 a 90 dias presos, não seria justo liberar o Cowboy antes disso”, disse.
Walter foi preso no dia 11 de junho, e, com a nova decisão, só poderá deixar o centro de detenção no dia 11 de agosto.
Marineuza reforça que a fiança já está paga e que a decisão judicial permanece válida. “O juiz já decidiu, e isso deve ser cumprido. Agora é só uma questão de tempo para ele voltar para casa e reencontrar a família”, afirmou com otimismo.
Enquanto aguarda a libertação do marido, Marineuza segue se desdobrando para manter a rotina e as despesas da família. Ela administra uma pequena produção agrícola e segue vendendo milho, jiló e taioba. A renda obtida com as vendas ajuda a cobrir custos pessoais e a pagar as taxas legais do processo de imigração.
“Estarei indo à fazenda checar se os milhos estão bons para entrega e separar encomendas já feitas”, escreveu. Ela também aproveitou para agradecer o apoio que vem recebendo e pediu a colaboração de quem puder ajudar nesse momento difícil. “Quem quiser comprar nossos produtos, é só entrar em contato. Cada encomenda faz diferença.”
“Com fé, logo o Cowboy estará de volta. Até lá, seguimos firmes na luta”, concluiu Marineuza.
Como ajudar
Encomendas de produtos podem ser feitas pelos telefones/WhastApp:
(857) 318-4245
(857) 318-1055
Publicidade




