A diminuição do número de imigrantes no mercado de trabalho americano em 2025 ocorreu paralelamente ao crescimento do desemprego entre trabalhadores nascidos nos Estados Unidos, de acordo com a National Foundation for American Policy.
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Recuo na imigração acontece junto com aumento do desemprego nos EUA
A diminuição do número de imigrantes no mercado de trabalho americano em 2025 ocorreu paralelamente ao crescimento do desemprego entre trabalhadores nascidos nos Estados Unidos, de acordo com a National Foundation for American Policy.
No último ano, a taxa de desemprego entre cidadãos americanos subiu, enquanto o contingente de trabalhadores estrangeiros encolheu em aproximadamente 122 mil pessoas — movimento que contrariou estimativas oficiais que apontavam para expansão da força de trabalho.
Estudo do National Bureau of Economic Research aponta que reduções mais severas na imigração tendem a ter impacto modesto sobre salários no curto prazo, mas podem prejudicar o crescimento econômico ao longo do tempo.
Informações do Federal Reserve Bank of San Francisco também indicam que a queda na entrada de trabalhadores estrangeiros esteve relacionada a uma desaceleração na geração de empregos, especialmente nos setores de construção civil e indústria.
Especialistas destacam que o crescimento econômico depende do aumento da produtividade e da ampliação da força de trabalho. Em um cenário de baixa taxa de natalidade, a imigração desempenha papel relevante na reposição de mão de obra.
Embora a política migratória continue sendo tema central em Washington, os dados recentes sugerem que a redução no fluxo migratório coincidiu com a perda de dinamismo do mercado de trabalho, sem sinais concretos de benefícios para trabalhadores nascidos no país.



