s jogadores da SE Palmeiras, comemoram a vitória após jogo contra a equipe do São Paulo FC, em partida válida pela oitava rodada, do Campeonato Brasileiro, Série A, no Estádio Morumbis.
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Brasileirão: PALMEIRAS SE ISOLA NA PONTA
O Palmeiras reafirmou sua força mental e tática ao vencer na noite deste sábado, dia 21, o São Paulo por 1 a 0 em pleno Morumbis, estádio que voltava a receber partidas oficiais pela primeira vez desde fevereiro. Sob o comando de Abel Ferreira, a equipe visitante foi estratégica e cirúrgica, aproveitando o clássico para abrir três pontos de vantagem sobre o rival direto na briga pela liderança do Brasileirão. Agora, o Verdão soma 19 pontos, enquanto o Tricolor estaciona nos 16.
O grande protagonista da vitória alviverde foi o colombiano Arias, que mostrou estrela logo no início do duelo. Aos sete minutos do primeiro tempo, o camisa 11 aproveitou um contra-ataque veloz, atravessou o campo, driblou Bobadilla e finalizou sem chances para o goleiro Rafael. O lance foi o diferencial de uma partida marcada pela eficiência defensiva de um lado e pela dificuldade criativa de outro.
O roteiro do Choque-Rei seguiu um padrão claro durante os 90 minutos: o São Paulo, sob a batuta de Roger Machado, deteve a maior posse de bola, mas esbarrou em um bloqueio quase impenetrável. Enquanto os mandantes tinham volume de jogo, o Palmeiras era muito mais agudo e letal nas transições, quase ampliando o placar com Allan, que chegou a driblar o goleiro Rafael, mas perdeu o ângulo para o chute final.
O resultado amargo para a torcida são-paulina estendeu uma marca incômoda no retrospecto recente do confronto. O São Paulo agora soma 12 jogos sem vencer o Palmeiras no tempo regulamentar, com a última vitória tendo ocorrido em 2023, pela Copa do Brasil. Embora o Tricolor tenha conquistado a Supercopa Rei de 2024 nos pênaltis após um empate, o tabu em vitórias diretas continua a incomodar o lado do Morumbis.
No intervalo, Roger Machado tentou mudar o panorama com as entradas de Wendell, Tapia e Arboleda, buscando mais presença ofensiva. No entanto, as alterações pouco alteraram o cenário do clássico. O São Paulo insistiu em cruzamentos na área, quase todos neutralizados com segurança pelo goleiro Carlos Miguel, terminando a etapa final com apenas uma finalização perigosa, evidenciando a falta de pontaria da equipe.
Com o encerramento desta rodada, o Campeonato Brasileiro terá uma pausa necessária para os compromissos das seleções nacionais na Data Fifa. A competição será retomada apenas em abril, com grandes desafios para ambos os rivais. No dia 1º, o São Paulo viaja para encarar o Internacional no Beira-Rio, enquanto o Palmeiras recebe o Grêmio no Allianz Parque no dia seguinte, tentando manter a gordura na liderança.
Além do clássico paulista, o sábado foi produtivo para o Fluminense no cenário nacional. O Tricolor das Laranjeiras aproveitou uma falha defensiva crucial do zagueiro Iván Román, do Atlético-MG, para garantir a vitória por 1 a 0 com gol de Castillo. O triunfo levou a equipe carioca à terceira colocação da tabela, somando 16 pontos e encostando definitivamente no pelotão de frente que briga pelo título.
Pelo lado do Atlético-MG, a derrota acende o sinal de alerta para a sequência da temporada. O time mineiro demonstrou falta de precisão ofensiva e cometeu erros individuais que custaram caro, estacionando na 11ª posição com apenas oito pontos em oito jogos disputados. A distância para os líderes começa a preocupar a torcida alvinegra antes da interrupção do torneio para os jogos de seleções.
Já no estádio Cícero de Souza Marques, o Botafogo finalmente conseguiu respirar aliviado após uma sequência negativa. O Alvinegro venceu o Bragantino por 2 a 1, interrompendo uma série de quatro derrotas consecutivas. O goleiro Raul foi o grande destaque com defesas difíceis que garantiram o resultado, enquanto Alex Telles, de pênalti, e Barboza marcaram os gols que tiraram a equipe da zona de rebaixamento.
O Red Bull Bragantino, por sua vez, vive um momento de instabilidade preocupante no Brasileirão. Com o gol de Lucas Barbosa sendo insuficiente para evitar o revés, o time de Bragança Paulista chegou ao seu sexto jogo consecutivo sem vitória na competição. Está estacionado com oito pontos na 12ª posição.
Classificação: 1. Palmeiras, 19; 2. São Paulo e Fluminense, 16; 4. Bahia, 14; 5. Flamengo e Coritiba, 13.
CLUBES BRASILEIROS CONHECEM GRUPOS NA LIBERTADORES E NA SUL-AMERICANA
A Conmebol definiu, em cerimônia realizada na noite desta quinta-feira, dia 19 de março, em Luque, no Paraguai, o destino dos clubes sul-americanos para a temporada de 2026. O sorteio estabeleceu o chaveamento das fases de grupos da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana, apresentando desafios distintos para os representantes brasileiros.
Na principal competição do continente, o Brasil contará com seis equipes: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras, que buscam o caminho até a grande final em Montevidéu, no Uruguai. Já na Sul-Americana, sete clubes do país iniciam a jornada com o objetivo de decidir o título no dia 21 de novembro, na cidade de Barranquilla, na Colômbia.
Para Flamengo, Fluminense e o estreante Mirassol, o sorteio da Libertadores trouxe o fantasma da altitude como um dos principais obstáculos imediatos. O Flamengo, atual campeão do torneio, encabeça o Grupo A e terá de encarar o Cusco, no Peru, a cerca de 3,4 mil metros acima do nível do mar. Além do desafio geográfico, o rubro-negro terá um reencontro carregado de tensão contra o Estudiantes, da Argentina, adversário que impôs grandes dificuldades na campanha do título anterior, sendo superado apenas nos pênaltis. O grupo dos comandados de Leonardo Jardim é completado pelo Independiente Medellín, da Colômbia.
O Fluminense também não terá vida fácil no Grupo C, iniciando sua trajetória na Venezuela contra o Deportivo La Guaira. O ponto crítico da tabela tricolor será a visita ao Bolívar, na temida altitude de 3,6 mil metros de La Paz. Para elevar ainda mais o nível de competitividade da chave, o time carioca enfrentará o Independiente Rivadavia, que vive excelente fase no futebol argentino após conquistar a Copa Argentina e liderar seu grupo no Torneio Apertura. O equilíbrio técnico e as condições climáticas prometem testar a profundidade do elenco tricolor logo nas primeiras rodadas.
A grande surpresa brasileira na competição, o Mirassol, caiu no que muitos analistas consideram um dos grupos mais complicados desta edição. Integrante do Grupo G, o time paulista estreia contra o Lanús, atual detentor dos títulos da Copa e da Recopa Sul-Americana. A sequência de jogos reserva passagens por Quito, para enfrentar a tradicional LDU a 2,85 mil metros, e por El Alto, onde o Always Ready manda seus jogos a impressionantes 4,15 mil metros de altitude, o ponto mais alto de toda a competição, exigindo um planejamento logístico e físico impecável do clube do interior.
Enquanto isso, Cruzeiro e Corinthians também conheceram seus adversários em chaves equilibradas. A Raposa está no Grupo D, ao lado do gigante argentino Boca Juniors, da Universidad Católica do Chile e do Barcelona de Equador, configurando um grupo de camisas pesadas e muita tradição. O Corinthians, por sua vez, figura no Grupo E, tendo como principal oponente o Peñarol do Uruguai, além do Santa Fé da Colômbia e do Platense da Argentina. O Palmeiras fecha a lista de brasileiros na Libertadores como cabeça de chave do Grupo F, onde enfrentará o Cerro Porteño, o Junior Barranquilla e o Sporting Cristal.
Na Copa Sul-Americana, o sorteio garantiu que os sete representantes do Brasil — Atlético-MG, Botafogo, Bragantino, Grêmio, Santos, São Paulo e Vasco — fossem distribuídos em chaves diferentes. Essa configuração impede confrontos diretos entre compatriotas nesta fase, uma estratégia que pode favorecer a presença massiva do país nos mata-matas. O regulamento permanece rigoroso: apenas os líderes de cada grupo avançam diretamente às oitavas de final, enquanto os segundos colocados precisam disputar um playoff decisivo contra os times que terminarem em terceiro lugar nos grupos da Libertadores.
O Botafogo terá um compromisso com sabor de revanche no Grupo E, onde enfrentará o Racing, seu algoz na Recopa de 2025. O Alvinegro começa sua caminhada em casa contra o Caracas e terá de subir aos 2.810 metros de altitude para enfrentar o Independiente Petrolero, na Bolívia.
Outro destaque é o Vasco, que integra o Grupo G e, ao contrário de outros brasileiros, não sofrerá com o ar rarefeito. O Gigante da Colina estreia na Argentina contra o Barracas Central e divide a chave com o tradicional Olimpia, do Paraguai, e o Audax Italiano, do Chile, buscando retomar o protagonismo continental.
Os outros grandes do Brasil na Sul-Americana também enfrentam caminhos interessantes. O Atlético-MG encabeça o Grupo B, tendo o Cienciano (Peru) como um dos oponentes, além do Puerto Cabello (Venezuela) e do Juventud (Uruguai). Já o São Paulo lidera o Grupo C em confrontos contra Millonarios (Colômbia), O’Higgins (Chile) e Boston River (Uruguai). O Santos terá pela frente o San Lorenzo (Argentina), Cuenca (Equador) e Recoleta (Paraguai), no Grupo D. O Grêmio terá o Palestino (Chile), Riestra (Argentina) e o City Torque (Uruguai) em seu caminho no Grupo F, e o Bragantino enfrentará o desafio de medir forças com o River Plate (Argentina), Blooming (Bolívia) e Carabobo (Venezuela) no Grupo H.
A Sul-Americana terá seu ápice em 21 de novembro na Colômbia, servindo de prelúdio para a final da Libertadores, marcada para o dia 28 de novembro, em local ainda a ser anunciado.

Troféu da Libertadores da América que terá uma nova plaquinha: Flamengo campeão da Libertadores de 2019.. Fotógrafo: Alexandre Vidal/Flamengo
NIKE LANÇA CAMISA NÚMERO 1 DA SELEÇÃO
A Nike apresentou oficialmente neste sábado, dia 21, o novo uniforme principal da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, México e Canadá, a partir de junho. Após anos investindo em designs mais experimentais e ousados, a fornecedora optou por um retorno às raízes, resgatando a essência da “Amarelinha”. A nova peça utiliza o tom exato de amarelo batizado de “Canary” no sistema da empresa, uma nomenclatura criada originalmente como tributo à equipe brasileira, reforçando a identidade visual que tornou o Brasil reconhecível em qualquer lugar do planeta.
O processo de criação buscou filtrar o que há de mais fundamental no futebol nacional para estampar no tecido. Segundo a designer brasileira Rachel Denti, que integrou a equipe de desenvolvimento, a intenção foi celebrar a simplicidade e a força da bandeira, permitindo que os detalhes fossem instantaneamente identificados pelos torcedores. O novo modelo exibe um tom amarelo pastel que remete aos uniformes históricos das conquistas de 1994 e 2002, trazendo de volta faixas verdes nas laterais do tronco, nas pontas das mangas e em uma gola de design destacado, unindo a nostalgia à tecnologia moderna.
Para marcar o lançamento, a campanha publicitária utilizou o slogan “alegria que apavora”, explorando referências culturais contemporâneas para conectar as novas gerações ao peso da camisa. O vídeo de divulgação apresentou jovens em momentos de lazer e esporte, utilizando elementos visuais como uma grande gaiola ao fundo para reforçar o apelido de “Seleção Canarinho”. Essa estratégia busca unir a tradição do passado com o dinamismo atual, reforçando que o estilo de jogo brasileiro é pautado pela liberdade e pela confiança dentro das quatro linhas.
As vendas do novo manto começam já nesta segunda-feira, dia 23, exclusivamente através do site oficial da fornecedora. A estreia do uniforme amarelo em campo está programada para o dia 31, durante o amistoso contra a Croácia, em solo americano. Antes disso, o Brasil entrará em campo no dia 27 para enfrentar a França, mas utilizará o novo modelo azul, fruto da parceria entre a marca Jordan, do lendário Michael Jordan, e a Nike, que já havia sido revelado anteriormente e completa o kit da Seleção para o ciclo do Mundial.
O atacante Estevão celebrou o lançamento destacando que vestir a camisa amarela é um momento sempre especial, representando a história e a alegria intrínseca ao jeito brasileiro de jogar. Para o jogador, essa sensação de felicidade se transforma na principal força da equipe quando aliada à confiança. O clima de preparação para a Copa do Mundo é evidente, e o novo fardamento surge como um símbolo de renovação e esperança para a busca do título em território norte-americano, em um momento crucial para o grupo comandado por Carlo Ancelotti.
O técnico italiano, inclusive, já definiu o grupo que terá a honra de estrear os novos kits nos amistosos preparatórios. Em sua última convocação antes da lista definitiva para o Mundial, Ancelotti promoveu retornos importantes, como o de Endrick, Ibañez e Danilo. A lista trouxe ainda nomes como Leo Pereira, Gabriel Sara, Igor Thiago e Rayan, demonstrando a intenção de observar opções para fechar o elenco. Por outro lado, a ausência de Neymar na relação para os confrontos contra franceses e croatas chamou a atenção, aumentando o suspense sobre a formação final que irá ao torneio em junho.
Com o cronograma de preparação acelerado, o Brasil já sabe o caminho que terá de percorrer na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. A equipe está inserida no Grupo C e fará sua estreia no dia 13 de junho contra o Marrocos, em Nova Jersey, em um duelo marcado para as 19h (horário de Brasília). A segunda rodada levará a Seleção à Filadélfia no dia 19, onde enfrentará o Haiti às 22h, buscando consolidar sua classificação antes do fechamento da primeira fase, que ocorrerá no dia 24 de junho contra a Escócia, em Miami.

Nova camisa número 1 da seleção brasileira — Foto: Divulgação/ Nike
LÁ EM MINAS
AMÉRICA – Às vésperas de sua estreia na Série B do Campeonato Brasileiro, que estava prevista para ocorrer neste domingo, dia 22, contra o Goiás, fora de casa, o Coelho anunciou como reforço o zagueiro Wesley, de 26 anos, que disputou o último Campeonato Mineiro pelo Tombense e tem passagens por Grêmio e Porto. O contrato de Wesley com o América será por empréstimo, até o fim da atual temporada.
ATLÉTICO – Ao analisar a derrota para o Fluminense por 1 a 0, neste sábado, no Rio, pelo Campeonato Brasileiro, o técnico do Galo, Eduardo Dominguez, comentou: “Perdemos pela (falta de) contundência. Foram só dois chutes ao gol (do Fluminense). Tivemos um erro a mais na partida. Tivemos quatro ou cinco (chances) na pequena área rival. O goleiro adversário terminou sendo o destaque do jogo porque decidiu o resultado”, declarou ele, em coletiva.
CRUZEIRO – Novo técnico da equipe celeste, o português Artur Jorge não conseguiu deixar o Catar a tempo de estar em Belo Horizonte no último domingo, quando do jogo entre Cruzeiro e Santos pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Com isso, passou a ser aguardado em Belo Horizonte no início da tarde desta segunda-feira, dia 23. O treinador teve sua saída do Catar atrasada por causa de fatores burocráticos, já que houve uma diminuição no número de voos no Aeroporto de Doha, devido à Guerra no Oriente Médio.
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