Um haitiano que entrou ilegalmente nos Estados Unidos e é acusado de assassinar brutalmente uma funcionária de um posto de gasolina na Flórida poderá ser condenado à pena de morte, anunciaram autoridades do estado.
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Imigrante haitiano que matou funcionária de loja na Flórida com martelo poderá enfrentar pena de morte
Um haitiano que entrou ilegalmente nos Estados Unidos e é acusado de assassinar brutalmente uma funcionária de um posto de gasolina na Flórida poderá ser condenado à pena de morte, anunciaram autoridades do estado.
A promotora estadual Amira Fox informou que um grande júri do Condado de Lee formalizou a acusação contra Rolbert Joachin, de 40 anos, pela morte de Nilufa Easmin, de 51 anos, imigrante de Bangladesh, ocorrida no dia 2 de abril em Fort Myers, na Flórida.
Segundo os promotores, Joachin atacou a vítima do lado de fora de um posto de gasolina, golpeando-a diversas vezes na cabeça com um martelo. A agressão foi registrada por câmeras de segurança e, de acordo com as autoridades, as imagens mostram uma cena de extrema violência.
As investigações apontam que a vítima teria confrontado o suspeito após ele quebrar o vidro de seu veículo. Em seguida, ela foi atacada brutalmente. Após o crime, Joachin fugiu do local, desencadeando uma grande operação policial até sua captura pela polícia de Fort Myers.
“Foi um crime extremamente cruel e injustificável. Algo impossível de esquecer depois de assistir às imagens”, declarou a promotora Amira Fox. “Esse réu entrou ilegalmente no país e tirou de forma brutal a vida de uma mãe que apenas trabalhava para sustentar sua família. Vamos buscar a pena máxima prevista em lei.”
O presidente Donald Trump também comentou o caso nas redes sociais, criticando o governo Biden por ter permitido a entrada e permanência do suspeito nos Estados Unidos.
Em publicação na Truth Social, Trump afirmou que o haitiano teria sido liberado no país durante o governo do ex-presidente Joe Biden e classificou o crime como um exemplo do fracasso das políticas migratórias democratas.
De acordo com o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS), Joachim entrou no país em agosto de 2022 e acabou sendo liberado enquanto aguardava processos migratórios.
Posteriormente, um juiz federal emitiu uma ordem final de deportação contra ele, mas o suspeito recebeu o chamado Status de Proteção Temporária (TPS), programa frequentemente criticado por Trump, que o considera “abusado e fraudulento”.
Mesmo após a expiração de seu status migratório, em 2024, o suspeito permaneceu nos Estados Unidos, segundo informações das autoridades.
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