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Última Edição #4376

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BT MAGAZINE

Revista Brazilian Times # 83
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Mykonos não precisa de luz do dia para te convencer.

Um veleiro cruzava a luz do nascer do sol em direção oposta ao nosso destino, Mykonos. Logo dava para se ver que a geografia da cidade de Mykonos era totalmente diferente de Santorini. Mykonos é uma cidade quase totalmente plana ao nível do mar, e Santorini fica localizada no alto da montanha. Aqui não há penhascos dramáticos nem casas suspensas sobre o mar. A ilha possui algumas montanhas não muito altas.

Mykonos não precisa de luz do dia para te convencer.

 

Um veleiro cruzava a luz do nascer do sol em direção oposta ao nosso destino, Mykonos. Logo dava para se ver que a geografia da cidade de Mykonos era totalmente diferente de Santorini. Mykonos é uma cidade quase totalmente plana ao nível do mar, e Santorini fica localizada no alto da montanha. Aqui não há penhascos dramáticos nem casas suspensas sobre o mar. A ilha possui algumas montanhas não muito altas.

Mais uma vez, com astúcia da minha esposa Claudia, pegamos o primeiro tender, que são os barcos que levam os passageiros do navio até a terra.

Chegamos muito cedo na ilha, todo o comércio estava fechado, o que foi ótimo para tirar fotografia sem turistas nas ruas. Passamos em frente à prefeitura e começamos a atravessar o bairro Little Venice até chegarmos aos famosos moinhos Kato Mili.

O caminho entre os becos mais parecia um labirinto de casas brancas com janelas e portas coloridas. Pequenos cafés, galerias de arte, boutiques e bares fechados já eram um convite para quando voltássemos dos moinhos e visitássemos um a um deles.

 

Kato Mili significa literalmente Moinhos de Baixo, eles ficam localizados entre Mykonos Town e Little Venice. São uma fileira de moinhos brancos com o telhado de palha no alto de uma colina na beira do mar.

O local me deu muitas oportunidades para produzir muitas fotos, principalmente com aquele mar que mais parece que foi pintado à mão. Depois de aproveitarmos bem Kato Mili, os turistas começaram a aparecer e voltamos para Little Venice.

No caminho para os moinhos passamos entre uns bares à beira-mar que tinham uma vista de um conjunto de casas brancas também à beira-mar, com suas varandas azuis, vermelhas e verdes, perfeitas para fotografia.

Como era muito cedo, a luz não estava ideal para fotos, mas agora eu já podia ver a luz deixando uma composição maravilhosa. A melhor maneira de conhecer Little Venice é caminhar sem destino, explorando as ruas sem pressa e entrando em cada lojinha.

Em algumas ruas havia arcos de buganvílias decorando as fachadas, e o contraste de cores torna este passeio muito bonito.

Agora o ritmo mudou, as boutiques abriram e Claudia já começava a invadir todas sem dó. As vielas estreitas ganharam vida com a invasão dos turistas.

Como todo lugar turístico, há todo um comércio voltado para o mesmo, e aqui não é diferente. Encontramos muitas esculturas e quadros expostos do lado de fora das lojas.

Mesmo sabendo que é tudo para turistas, as vielas onde se encontra o comércio são extremamente charmosas e muito bonitas.

O capricho e o detalhe de como tudo era bem pintado, as janelas azuis e algumas verdes, as escadas brancas com o corrimão azul e outras totalmente vermelhas levando para as varandas, com seus parapeitos também pintados de azul ou totalmente vermelhos. Quando falo pintado, eu digo um alto nível de acabamento. As lojas expõem suas mercadorias do lado de fora, mas longe de ser desorganizado ou exagerado, havia um equilíbrio.

O que viemos encontrar no meio da Grécia foi uma vitrine dedicada às nossas sandálias Havaianas, isso eu nunca iria imaginar.

A cada bar que passávamos, a vontade de parar ficava cada vez mais incontrolável, até que não aguentamos mais. Escolhemos um bar com uma mesa ao ar livre, com pouco de sombra e com uma vista maravilhosa para o mar. Pedimos uma bebida bem gelada e ficamos ali só observando o movimento das ruas, com pessoas de todos os estilos desfilando de um lado para o outro, e os barcos ao longe. Aproveitamos bem a atmosfera do ambiente, que nos deixou bem relaxados para podermos continuar a nossa jornada.

A última etapa da nossa visita à ilha foi onde eu tirei uma das minhas fotos preferidas, o porto antigo. A foto foi de um barco de pesca com cores vivas e, no fundo, um navio de passageiros. Fiquei um bom tempo só esperando o momento certo, com a luz e o movimento da água combinando do jeito que eu queria.

Não fui o único encantado com aquele cantinho, vários outros turistas também paravam para tirar fotos daquele lugar tão lindo. Este local, como toda ilha, é um paraíso para tirar fotos, principalmente com uma água cristalina como fundo.

Nossa passagem por Mykonos foi bem proveitosa, mas foi rápida também. Viajar de cruzeiro faz com que toda parada seja rápida, e como já escrevi antes, é bom planejar bem cada cidade onde o seu navio para. A ilha de Mykonos tem muito para fazer, mas é necessário ficar mais tempo para poder aproveitar de verdade tudo o que ela oferece. Depois da última matéria sobre este cruzeiro, vou trazer algumas dicas de como eu planejo as minhas viagens e também minha opinião sobre o que achei de viajar de cruzeiro.

Viajar e fotografar é uma forma maravilhosa de eternizar momentos, descobrir novos olhares e reviver, para sempre, as emoções de cada destino visitado.

Eu sempre acredito que é importante contar com um agente de viagens de confiança. Eu tenho o meu e espero que você também tenha o seu.

Todas as viagens que compartilho aqui foram realizadas com os meus próprios recursos. Nenhuma delas foi patrocinada ou presenteada por ninguém. O que você lê é a minha experiência real, paga do meu bolso e vivida do meu jeito, como qualquer viajante comum.

Visite meu Instagram @moxleyonthemove

 

 

 

 

 

 

 

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