A governadora de Massachusetts, Maura Healey, divulgou um comunicado após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que manteve o princípio da cidadania por nascimento, reafirmando que o presidente Donald Trump não tem autoridade para alterar esse direito garantido pela Constituição.
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Healey afirma que Trump não pode reescrever a Constituição após decisão sobre cidadania por nascimento
A governadora de Massachusetts, Maura Healey, divulgou um comunicado após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que manteve o princípio da cidadania por nascimento, reafirmando que o presidente Donald Trump não tem autoridade para alterar esse direito garantido pela Constituição.
Na nota oficial, Healey destacou que a cidadania por nascimento representa um dos pilares da identidade americana e garante proteção às crianças nascidas em território dos Estados Unidos.
“A cidadania por nascimento é um princípio fundamental de quem somos como nação. Ela tem proporcionado segurança e estabilidade para famílias em todo o país e protege os direitos das crianças nascidas em solo americano. A Suprema Corte deixou claro hoje: o presidente Trump não pode reescrever a Constituição”, afirmou a governadora.
Healey também agradeceu o trabalho da procuradora-geral de Massachusetts, Andrea Campbell, e dos demais procuradores-gerais que participaram da ação judicial contra a tentativa do governo Trump de restringir a cidadania automática para filhos de imigrantes.
Segundo a governadora, Massachusetts continuará defendendo os direitos das famílias imigrantes e promovendo políticas que garantam oportunidades para todas as crianças.
“Massachusetts é mais forte por causa da diversidade do nosso povo e das contribuições das famílias imigrantes. Continuaremos trabalhando para garantir que toda criança tenha a oportunidade de ter sucesso e prosperar”, concluiu Healey.
O posicionamento reforça a postura adotada pelo estado de Massachusetts em defesa da cidadania por nascimento, direito previsto pela 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos e preservado pela recente decisão da Suprema Corte.
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