Com extrema eficiência e frieza nos momentos decisivos, o Atlético-MG superou o Palmeiras por 2 a 1, neste domingo, em pleno Nubank Parque, impondo ao rival um tropeço expressivo no Campeonato Brasileiro. O triunfo do Galo teve um peso enorme para além do placar, pois quebrou uma marca expressiva do Alviverde, que não sabia o que era perder em seus domínios pelo torneio há exatamente um ano, somando 23 partidas de invencibilidade como mandante desde julho da última temporada.
Publicidade
Publicidade
Galo canta mais alto
Com extrema eficiência e frieza nos momentos decisivos, o Atlético-MG superou o Palmeiras por 2 a 1, neste domingo, em pleno Nubank Parque, impondo ao rival um tropeço expressivo no Campeonato Brasileiro. O triunfo do Galo teve um peso enorme para além do placar, pois quebrou uma marca expressiva do Alviverde, que não sabia o que era perder em seus domínios pelo torneio há exatamente um ano, somando 23 partidas de invencibilidade como mandante desde julho da última temporada.
A partida demonstrou como o aproveitamento das oportunidades supera o volume de jogo, já que os mineiros acertaram quatro de suas oito finalizações no alvo, enquanto os paulistas converteram poucas das 20 tentativas ao longo dos 90 minutos.
Mesmo com o resultado adverso dentro de casa, o Palmeiras se mantém na liderança do Campeonato Brasileiro com 44 pontos conquistados, mas viu sua margem de segurança na ponta ser encurtada de sete para seis pontos sobre o vice-líder Flamengo, que empatou com o São Paulo na rodada. Do outro lado, o impacto positivo para o Atlético-MG foi imediato na tabela de classificação, fazendo a equipe dar um salto de cinco posições para alcançar o oitavo lugar com 28 pontos.
A vitória em São Paulo representou a segunda conquista seguida do Alvinegro atuando longe de seus domínios na competição, dando sequência ao bom momento que havia começado no confronto contra o Vasco, em São Januário, antes da pausa para a Copa do Mundo.
A história do confronto começou a ser desenhada sob um amplo domínio territorial da equipe paulista durante os primeiros 45 minutos. Dono das ações, o Palmeiras controlou 69% da posse de bola e criou seis oportunidades de gol, enquanto o Galo criou apenas uma, justamente a mais perigosa.
O Verdão teve oportunidades com Paulinho, Emiliano, Maurício e Jhon Arias, este com a melhor oportunidade dos palmeirenses até ali, finalizando em meio à marcação de dois, mas mandando a bola para fora perto do gol.
Três minutos depois, aos 36, saiu a melhor chance do primeiro tempo: Cassierra, do Galo, foi lançado na área entre os marcadores e finalizou com muito perigo, para defesa de Carlos Miguel. A última finalização desta etapa foi de Paulinho, que chutou forte cruzado para fora, aos 46.
Depois de uma atuação mais defensiva no primeiro tempo, na segunda etapa o Galo construiu sua vitória. Aos 8 minutos, Cassierra chutou para a defesa de Carlos Miguel, que soltou a bola e viu Victor Hugo aproveitar bem o rebote: 1 a 0.
Atrás no marcador, o Palmeiras fez entrar Vitor Roque, Felipe Anderson e Heitor, em busca do empate. Entretanto, aos 21, o Galo criou outra boa oportunidade, numa cabeçada de Cissé. Oito minutos mais tarde, Jhon Arias levantou a bola na área, para Felipe Anderson empatar: 1 a 1.
Quando o Palmeiras buscava a virada, o Galo mineiro atacou com Minda em velocidade, tirando proveito da desorganização da defesa adversária. Na saída de Carlos Miguel, ele passou a Igor Gomes, que marcou o 2 a 1.
Na sequência, com a vantagem no placar, o Atlético-MG naturalmente se fechou, e o Palmeiras tentou pressionar de todas as formas, mas acabou parando nas mãos do goleiro Everson.
Publicidade




