Publicado em 4/08/2011 as 12:00am

Nelson Jobim deixa o Ministério da Defesa; Celso Amorim é confirmado

Após uma série de críticas e constrangimentos públicos ao governo de Dilma Rousseff, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, entregou seu cargo nesta quinta-feira (4). Ele, que estava no Amazonas em missão oficial, foi chamado a antecipar seu retorno a Brasíl

Após uma série de críticas e constrangimentos públicos ao governo de Dilma Rousseff, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, entregou seu cargo nesta quinta-feira (4). Ele, que estava no Amazonas em missão oficial, foi chamado a antecipar seu retorno a Brasília.

O ministro das Relações Exteriores do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Celso Amorim, foi confirmado em seu lugar, segundo informações oficiais do Palácio do Planalto.

Dilma ficou irritada com as últimas declarações de Jobim à revista "Piauí", quando o agora ex-ministro chamou de “atrapalhada” a política do governo para divulgação de dados sigilosos e chamou a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, de “fraquinha”. Ele disse ainda que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, “nem sequer conhece Brasília”.

Pela manhã, a presidente esteve reunida com Ideli, Gleisi, Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Helena Chagas (Comunicação Social) para discutir a permanência de Jobim. Antes da reunião, Ideli afirmou que Jobim tem dado declarações "desnecessárias" e deveria se "conter um pouquinho”.

A um assessor próximo, Dilma teria dito que se pudesse “arrumaria um cargo para o Jobim na Amazônia e deixaria ele por lá”. O peemedebista foi mantido no cargo no início do atual governo por conta da insistência do antecessor de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e titular das pastas da Justiça e da Defesa em governos diferentes, Jobim estava em baixa com a presidente Dilma. Em sete meses, o peemedebista foi afastado de debates jurídicos no Palácio do Planalto, sumiu das reuniões de avaliação política e repassou o comando da aviação civil a outra pasta.

Este é o terceiro ministro a cair nos oito primeiros meses do governo Dilma. O primeiro foi Antonio Palocci (ex-Casa Civil) que deixou o posto no começo de junho após reportagens que mostravam um aumento vertiginoso de sua empresa de consultoria durante a campanha de Dilma ao Planalto. No começo de julho foi a vez de Alfredo Nascimento (ex-Transportes), que saiu após denúncias sobre um esquema de corrupção na pasta. A oposição está se articulando para instalar uma CPI sobre o caso.

Celso Amorim, foi confirmado em seu lugar, segundo informações oficiais do Palácio do Planalto.

Dilma ficou irritada com as últimas declarações de Jobim à revista "Piauí", quando o agora ex-ministro chamou de “atrapalhada” a política do governo para divulgação de dados sigilosos e chamou a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, de “fraquinha”. Ele disse ainda que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, “nem sequer conhece Brasília”.

Pela manhã, a presidente esteve reunida com Ideli, Gleisi, Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Helena Chagas (Comunicação Social) para discutir a permanência de Jobim. Antes da reunião, Ideli afirmou que Jobim tem dado declarações "desnecessárias" e deveria se "conter um pouquinho”.

A um assessor próximo, Dilma teria dito que se pudesse “arrumaria um cargo para o Jobim na Amazônia e deixaria ele por lá”. O peemedebista foi mantido no cargo no início do atual governo por conta da insistência do antecessor de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e titular das pastas da Justiça e da Defesa em governos diferentes, Jobim estava em baixa com a presidente Dilma. Em sete meses, o peemedebista foi afastado de debates jurídicos no Palácio do Planalto, sumiu das reuniões de avaliação política e repassou o comando da aviação civil a outra pasta.

Este é o terceiro ministro a cair nos oito primeiros meses do governo Dilma. O primeiro foi Antonio Palocci (ex-Casa Civil) que deixou o posto no começo de junho após reportagens que mostravam um aumento vertiginoso de sua empresa de consultoria durante a campanha de Dilma ao Planalto. No começo de julho foi a vez de Alfredo Nascimento (ex-Transportes), que saiu após denúncias sobre um esquema de corrupção na pasta. A oposição está se articulando para instalar uma CPI sobre o caso.

à revista "Piauí", quando o agora ex-ministro chamou de “atrapalhada” a política do governo para divulgação de dados sigilosos e chamou a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, de “fraquinha”. Ele disse ainda que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, “nem sequer conhece Brasília”.

Pela manhã, a presidente esteve reunida com Ideli, Gleisi, Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Helena Chagas (Comunicação Social) para discutir a permanência de Jobim. Antes da reunião, Ideli afirmou que Jobim tem dado declarações "desnecessárias" e deveria se "conter um pouquinho”.

A um assessor próximo, Dilma teria dito que se pudesse “arrumaria um cargo para o Jobim na Amazônia e deixaria ele por lá”. O peemedebista foi mantido no cargo no início do atual governo por conta da insistência do antecessor de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e titular das pastas da Justiça e da Defesa em governos diferentes, Jobim estava em baixa com a presidente Dilma. Em sete meses, o peemedebista foi afastado de debates jurídicos no Palácio do Planalto, sumiu das reuniões de avaliação política e repassou o comando da aviação civil a outra pasta.

Este é o terceiro ministro a cair nos oito primeiros meses do governo Dilma. O primeiro foi Antonio Palocci (ex-Casa Civil) que deixou o posto no começo de junho após reportagens que mostravam um aumento vertiginoso de sua empresa de consultoria durante a campanha de Dilma ao Planalto. No começo de julho foi a vez de Alfredo Nascimento (ex-Transportes), que saiu após denúncias sobre um esquema de corrupção na pasta. A oposição está se articulando para instalar uma CPI sobre o caso.

Fonte: UOL.COM.BR