Publicado em 9/03/2016 as 12:00am

Mais um acusado de assassinato no Brasil é preso em MA

Reginaldo usou pedaços de pau e desferiu golpes em Salvador Fernandes da Silva, que não resistiu aos ferimentos e morreu

Reginaldo Almeida Assis, 41 anos, foi preso na semana passada pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional em Confins, está recolhido na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem. Reginaldo, foragido desde 2012 acusado de um homicídio em Mesquita, se encontra à disposição do Poder Judiciário.

Segundo a Polícia Federal, o acusado foi capturado nos Estados Unidos e ainda responde a processo criminal no país norte americano por abusar de uma menor e intimidar testemunha. Reginaldo é de Coronel Fabriciano, e tinha um mandado de prisão em aberto expedido em 2012, por um assassinato cometido em 2002 na zona rural de Mesquita.

Reginaldo foi encontrado pelas autoridades policiais da Agência Immigration and Customs Enforcement´s (ICE) em Massachusetts e foi detido por infringir as leis de imigração dos Estados Unidos, onde responde a outros dois processos criminais. As autoridades não informaram a cidade que ele foi encontrado.

O CRIME
Consta nos autos do processo que no dia 13 de outubro de 2002, na estrada da Fazenda Caratinguinha, zona rural de Mesquita, o acusado, com pedaços de pau, desferiu golpes em Salvador Fernandes da Silva, que não resistiu aos ferimentos e morreu. Ainda conforme as apurações a vítima e réu conversavam normalmente, quando Salvador passou a insultar Reginaldo, dando início a uma discussão. “(…) A morte da vítima decorreu de prolongado e sofrido espancamento, por meio de golpes com pedaços de madeira, denotando um evidente meio cruel para o cometimento do delito”, disseram os peritos criminais à época do crime.

A defesa de Reginaldo rebateu as acusações e alegou que ele agiu em legítima defesa de familiares. Os advogados do réu disseram em recurso que Salvador havia prometido estuprar a mãe e a noiva de Reginaldo, que não teve outra alternativa, se não matar a vítima. O Ministério Público rebateu todas as alegações da defesa.

Fonte: Redação