Publicado em 29/11/2017 as 9:00am

Capixaba que já foi presa na Virgínia, chamou criança de “macaca”

Dayane também já atacou uma menina que tem síndrome de down, chamando-a de “Chucky” e que parecia com o “brinquedo assassino”.

Um assunto que se tornou um dos principais assuntos da internet nos últimos dias foram os ataques racistas feitos pela brasileira Dayane Coto de Alcântara a uma criança negra, filha adotiva do casal de atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank. Ela se intitula nas redes sociais como “socialite e escritora de sucesso” e usa o nome de “Day McCarthy.

Os investigadores descobriam que a vida que ela criou na internet é uma fraude. Além disso, foi descoberto que em setembro de 2015 ela foi presa no Condado de Henrico, na Virgínia. Na época, o jornal Inquirer divulgou a prisão da brasileira que foi acusada de vários crimes, inclusive de manter uma casa de prostituição.

Ainda de acordo com as informações da mídia brasileira, Dayane nasceu no Espírito Santo, tem 28 anos de idade e supostamente estaria morando no Canadá. Os pais de Titi, a menina ofendida, abriram um inquérito contra a brasileira na manhã desta segunda-feira, dia 27.

No Instagram, onde contava com mais de 700 mil seguidores, a brasileira chamou a pequena Titi, 4 anos, de "macaca". Diante disso, ela deverá responder por crime de injúria racial, difamação e injúria. A conta, na rede social, foi retirada do ar.

E as ameaças de processo parece não intimidar a “brasileira racista”, como ela vem sendo chamada nas redes sociais. Após os ataques contra a criança, ela gravou um vídeo chamando a cantora Anitta e a atriz Taila Ayala de “cheira pó”, afirmando que elas são usuárias de cocaína e que tem prova. “Ela cheirou na minha frente e eu ainda filmei, sem querer”, disse. “Se me irritar muito eu tornarei o vídeo público”, continuou.

Em nota, a assessoria de Anitta escreveu: “Anitta lamenta profundamente que calúnias absurdas a seu respeito provenientes de correntes de seguidores e likes em redes sociais possam tirar o foco do preconceito, do crime repugnante de racismo e homofobia praticado contra crianças".

“ESTÁ MALUCA”, AFIRMA FAMILIARES

Os familiares que moram no Brasil relataram que perderam o contato com a capixaba quando ela ainda era jovem, quando ela saiu do Espírito Santo e foi morar no Rio de Janeiro. “Ela estudou e escolas particulares, frequentou a igreja Batista até se mudar para o Rio, onde foi morar com um músico”, disse um parente ao site o Globo. “Ela sempre sonhou ser rica e famosa e foi uma adolescente muito revoltada. “Acho que ela está maluca e precisa da ajuda de um psiquiatra”, continua.

Esta não foi a primeira vez que a capixaba ofendeu uma criança. Há algum tempo ela se atacou Rafaella, filha do empresário Roberto Justus com a apresentadora Ticiane Pinheiro. Na época, ela chamou a menina, que tem síndrome de down, de Chucky, dizendo que ela se parece com o macabro “boneco assassino”.

Fonte: Redação - Brazilian Times