Publicado em 12/03/2008 as 12:00am

Nos EUA: Pesquisas revelam que Câncer mata mais estrangeiros

Estudo promovido pela American Cancer Society divulgou a redução de mortalidade do câncer entre os brancos, e detectou mais riscos entre as comunidades imigrantes

Por Elizabeth M. Simões

Estudo realizado pela American Cancer Society divulgou que pessoas sem seguro de saúde somam o maior percentual de doentes de câncer em estágio crítico. A falta de acompanhamento médico e da freqüência de exames preventivos são os fatores determinantes na evolução da doença.

Segundo a pesquisa, estima-se que as campanhas contra o câncer surtiram efeito, pois no ano passado ouve declínio dos doentes terminais. Mas ao traçar os perfis dos pacientes afetados pela doença, foi descoberto que essa redução aconteceu somente entre pessoas de pele branca. Foi constatado na contra-mão da vitória, que as minorias como afro-americanos e hispânicos, (refere-se também ao grupo latino), residentes no país, não obtiveram a mesma performance. A conclusão do American Cancer Society é de que esses grupos precisam de ampla cobertura dos planos de saúde para monitorarem e tratarem adequadamente o câncer, antes dele tornar-se mais grave.

Os testes periódicos são fundamentais na identificação precoce das moléculas cancerígenas. O tempo é fundamental no combate da doença e sua descoberta inicial contribui no prolongamento da vida. A doença lidera a segunda posição dentre as que mais matam hispânicos, sendo o câncer de mama e de prostata os mais diagnosticados entre mulheres e homens, respectivamente.O câncer cervical, e de estômago são os mais comuns entre a nossa etnia. A incidência do câncer de estômago é 70% maior do que comparado aos brancos.

Fonte: (braziliantimes.com)