Publicado em 4/01/2010 as 12:00am

Família procura brasileiro desaparecido desde 2006

Rubens Telles chegou aos Estados Unidos em 1979, mas seus familiares não sabem onde ele está desde 2006

 

O brasileiro Rubens Telles, de 55 anos, não dá notícias há cerca de três anos e os seus irmãos, que vivem no Brasil, estão fazendo de tudo para encontrá-lo. A última vez que ele visitou os parentes, pessoalmente, foi há oito anos.

Dando informações sobre Rubens, os irmãos falam que ele foi proprietário de uma empresa de colocação de vidros em carros, no estado de New Jersey, chamada Auto Glass. Solange Telles, irmão do desaparecido, disse que quando ele foi ao Brasil, não aparentava boa saúde mental. “Ele falava coisas evasivas e chegamos a pensar que ele estava usando drogas”, acrescenta.

A família sabe que ele se casou novamente há 10 anos com uma angolana e que tem conhecidos no Canadá

Solange lembra que o irmão foi visitar a família e não tinha dinheiro e sempre afirmava que estava tudo bem e que um padre o estava o ajudando. “Ele ligava para a família apenas no Natal”, fala ressaltando que ficava por anos sem dar notícias.

Lúcia, outra irmão de Rubens, disse que ele teria dito que estava morando numa igreja, na cidade de Newark-NJ.

As informações que a família teve sobre Rubens são as mais diversas. Para a mãe, já falecida, ele disse que estava com problemas de saúde. O pai, Orlando Teles de Souza, afirmou que recebeu notícias de que o filho estaria envolvido com drogas. Segundo Lúcia, o irmão decaiu muito após a venda da firma e a separação da primeira esposa, que mora no Brasil.

Pelo que tudo indica, Rubens ainda não sabe da morte dos pais.

Segundo informações levantadas pela imprensa da região, Rubens morou na casa paroquial com outro padre, durante cinco anos e tinha problema com bebida.

Rubens saiu da igreja quando outro padre assumiu a paróquia e voltava ao local de vez em quando. Mas há cerca de cinco anos não se tem mais informações sobre o brasileiro.

O padre que cuidava de Rubens é americano e está aposentado, mas o brasileiro também recebia ajuda de outras entidades comunitárias.

Fonte: (Da redação)