Publicado em 3/12/2010 as 12:00am

Brasileiro ateia fogo em universidade em WI

Jogador de futebol pelo time da universidade, ele admitiu culpa no incêndio que gerou mais de $75.000 à Cardinal Stritch University

 

Um estudante brasileiro da Cardinal Stritch University foi acusado na segunda – feira( 29), de atear fogo na escola, e causar dezenas de milhares de dólares de prejuízo, segundo informações da Milwaukee County District.

Mauricio J.Pappiani, de 20 anos, agora enfrentará as acusações colocar a segurança pública em risco em segundo grau, e duas contagens de manipulação negligente de material em combustão. Segundo com o boletim de ocorrência, aproximadamente 3:00 a.m, do dia 25 de Novembro, ‘um fogo que começou na cozinha do refeitório, localizado no segundo andar da Clare Residence Hall, se alastrou para todo o andar , destruindo toda a cozinha e causando um prejuízo de $75.000.

Cinco horas depois, investigadores acharam ‘materiais pra produção de fogo, que poderiam ter sido utilizados para iniciar o incêndio’. Eles também determinaram que outro ponto de fogo foi encontrado em um banheiro masculino no primeiro andar. Quando questionado, o brasileiro admitiu que ateou fogo nos 3 locais de incêndio, e ‘indicou que ele não tinha uma justificativa ou razão para tomar tal atitude ,além de estar cooperando com a polícia na resolução do caso.

O colega de quarto de Mauricio, Ian Martin, disse a jornalistas da região que estava em choque pelo acontecido. “ Eu nunca faria uma coisa dessas, ainda mais algo que poderia colocar outras pessoas em perigo” disse ele. Jogador de futebol pelo time da universidade, o jovem ainda não se pronunciou sobre o acontecido.

Segundo informações da polícia, os motivos que levaram o jovem a realizar o incêndio ainda são desconhecidos. O brasileiro não tem antecedentes criminais, mas disse às autoridades que tinha ‘experimentado atear fogo em outras coisas, quando ainda residia no Brasil’. Se condenado às acusações, Mauricio pode pegar até 11 anos de cadeia e ter que arcar com $45.000 em multas.

 

Fonte: (Da redação)