Publicado em 29/01/2012 as 12:00am

Menino com câncer precisa de transplante de fígado

Filipe Wollf, natural de Campo Grande (MS), de três anos, tem uma doença rara, conhecida como Histicitose de células de Langherhans, que ataca, principalmente, os pulmões e fígado.

Filipe Wollf, natural de Campo Grande (MS), de três anos, tem uma doença rara, conhecida como Histicitose de células de Langherhans, que ataca, principalmente, os pulmões e fígado. Recentemente, os médicos diagnosticaram uma segunda doença, a Colangite Esclerosante, causada  pela evolução da primeira. Com apenas um ano e meio de idade, Filipe começou a fazer quimioterapia e, graças a remissão da doença, hoje está livre das sessões.

Apesar do câncer, Filipe tenta levar uma vida normal, mas há sempre a preocupação da família em protegê-lo. “Ele está com todas as vacinas atrasadas, por causa da quimioterapia. Evitamos que ele fique em ambiente fechado com muitas pessoas. Ele tem consciência da doença e é um menino alegre”, contou Evelin, a mãe do menino.

A família de Filipe chegou aos EUA em novembro do ano passado, na esperança de encontrar a cura para a doença, mas a única solução é o transplante do fígado, uma vez que 70% do órgão já estão comprometidos. Os médico recomendaram que a cirurgia seja feita em até dois meses e estimaram os gastos do procedimento em U$ 800 mil dólares.

Segundo Evelin, atualmente a família vive de doações. “Meu marido é professor, mas está de licença para poder acompanhar o tratamento do filho, e o que ele ganha só dá para pagar as contas do Brasil, aqui vivemos de doações.”

Evelin disse que até o momento tudo o que tem são U$ 23 mil dólares, dinheiro que será para pagar os oito dias de internação do filho e a biópsia feita no hospital. Um empresário do Brasil já se comprometeu em doar U$ 100 mil dólares para ajudar no transplante, mas ainda faltam outros U$ 700 mil para que a vida de Filipe seja salva.

“Cada dia é uma luta e um milagre ele estar vivo. Estamos correndo contra o tempo, mas acredito que se Deus permitiu que chegássemos até os EUA é porque algo de muito bom está para acontecer. Peço para que divulguem o máximo que puderem sobre o caso do meu filho, tenho esperança que as pessoas se sensibilizem e me ajudem a salvá-lo”, desabafou Evelin.

Na semana passada, a família conversou com um secretário de governo do estado de Massachusetts, que prometeu tentar ajudar na causa. Ele disse que tentará incluir Filipe no programa de saúde “Mass Health for All” e, com isso, reduzir os gastos com o transplante.

Para informações de como ajudar a família ligar para Drita: (508) 309-6309.

Fonte: (por Larissa Gomes)