Publicado em 13/05/2012 as 12:00am

Polícia fecha casa de massagem e prende duas brasileiras em Somerville

Na quarta-feira (09), duas brasileira foram presas em uma casa de massagem na cidade de Somerville, em Massachusetts. Elas foram acusadas de suposto envolvimento em crimes sexuais.

Na quarta-feira (09), duas brasileira foram presas em uma casa de massagem na cidade de Somerville, em Massachusetts. Elas foram acusadas de suposto envolvimento em crimes sexuais.

A prisão de Marilene Silva, 39 anos, de Everett e Natália Ramos da Silva, 25 anos, de Medford, aconteceu mediante uma operação realizada pelo Departamento de Polícia de Somerville para combater a prostituição na cidade. A investigação tem como objetivo descobrir os esquemas de prostituição existentes na cidade e punir os envolvidos.

Segundo o boletim de ocorrência, no dia 09, eles encontraram um anúncio suspeito em um site de anúncios na internet. Um dos investigadores ligou para o número citado na propaganda e entrou em contato com Natália, a qual teria lhe cobrado US$80 por uma hora de serviços de massagem.

O investigador foi até o número 503 da Medford Street e foi recebido por Marilene que o levou a um quarto e pediu para que ele se despisse e deitasse na cama de massagem. O policial pagou US$80 para ela, que saiu da sala e alguns minutos depois entrou Natália.

Segundo o investigador, Natália começou massagear primeiro as suas nádegas. depois ela o virou e começou fazer massagem na região genital do policial, o qual interrompeu o trabalho e ela lhe perguntou se era a sua primeira. O detetive respondeu que sim e lhe deu mais US$20. "Foi então que a brasileira ofereceu sexo por US$500 da próxima vez que eu voltasse ao local", conta.

Foi então que o detetive deu o sinal e uma equipe de policiais entrou no local e deu voz de prisão para as duas brasileiras. Segundo o departamento de polícia da cidade, este tipo de prisão vem se tornando comum na região. A loja foi lacrada e não foi informado se elas terão direito à fiança para responder o processo em liberdade.

Fonte: Brazilian Times