Publicado em 23/05/2012 as 12:00am

Deputado quer multa de US$5 mil para imigrantes sem carteira

A cidade de Milford tem sido palco de diversos debates sobre a imigração ilegal. Isso vem acontecendo desde que a criminalidade e envolvimento de imigrantes em acidentes de trânsito aumentou consideravelmente. O Deputado estadual John Fernandes apresentou

da redação

A cidade de Milford tem sido palco de diversos debates sobre a imigração ilegal. Isso vem acontecendo desde que a criminalidade e envolvimento de imigrantes em acidentes de trânsito aumentou consideravelmente. O Deputado estadual John Fernandes apresentou, no início desta semana, uma proposta um tanto quanto polêmica.

Ele sugeriu que, para combater e afugentar os imigrantes do trânsito, seja cobrada uma multa no valor de US$5 mil (pouco mais de R$ 10 mil). "É inaceitável que uma pessoa esteja vivendo ilegalmente no país, dirige sem autorização e paga apenas US$300 depois de uma audiência na Corte de pouco menos de um minuto", ressaltou.

O deputado disse ainda, que o Estado não pode aceitar que um indocumentado pague apenas US$300 por dirigir sem carteira e depois retorne para o trânsito, infringindo novamente a lei. "É preciso dar um basta nisso", afirma.

O deputado salientou ainda, que as culturas variam de acordo com a comunidade imigrante. Em Milford, existe uma grande camada de pessoas oriundas do Equador e Fernandes fala que neste país é comum as pessoas de zona rural aceitarem que outras dirijam embriagadas. "Mas eles esquecem que estão nos Estados Unidos e esta imprudência tem matado cidadãos norte-americanos", continua.

Esta multa de US$ 5 mil, segundo o legislador, não é apenas uma punição, mas uma maneira de forçar o imigrante a se enquadrar no cenário onde vive. "Portanto se for aplicado uma pena mais rigorosa à quem dirigir sem carteira, estas pessoas evitarão cometer imprudência, conduzir veículos embriagadas e até mesmo cometer pequenas infrações", fala ressaltando que desta forma a segurança será mantida.

A mensagem dita pelo legislador é "Não dirigir na América como você dirige em seu pais".

O projeto ainda não foi colocado adiante, mas o deputado garante que terá apoio de várias camadas sociais da região e pretende conseguir assinaturas de autoridades de outras cidades. 

Fonte: Brazilian Times