Publicado em 31/10/2012 as 12:00am

Polícia procura brasileiro que lesou campanha

O pai do pequeno Filipe, Guilherme Wolf, junto com alguns membros da campanha que busca levantar recursos para custear o tratamento do menino contra uma doença rara, procuraram a polícia de Massachusetts e acionaram o FBI para denunciar a ação criminosa d

da redação

O pai do pequeno Filipe, Guilherme Wolf, junto com alguns membros da campanha que busca levantar recursos para custear o tratamento do menino contra uma doença rara, procuraram a polícia de Massachusetts e acionaram o FBI para denunciar a ação criminosa de um brasileiro identificado por Gilson Ramos.

Conforme as informações divulgadas pelo jornal Brazilian Times, na semana passada, e obtidas através do pai do garoto, o acusado teria pego uma quantia de US$6,5 mil (pouco mais de R$ 13 mil), com a promessa de que cobriria o valor que faltasse no tratamento que está avaliado em cerca de US$ 1 milhão (mais de R$ 2 milhões).

Gilson teria se aproximado da família e forjado ser um empresário que estaria disposto a ajudar na campanha, tanto financeiramente, quanto psicologicamente.Mas não foi isso que aconteceu e há pouco mais de duas semanas, o crime foidescoberto pelos familiares de Filipe e as pessoas que trabalham na campanha.

O suposto estelionatário, que morava em Marlborough, já teria lesado outras pessoas em Massachusetts, "com a desculpa de pedir um dinheiro emprestado para pagar com juros depois, mas depois some e não paga a conta". Isso foi descoberto pelo familiares de Filipe enquanto procurava o paradeiro do acusado.

Depois de descobrirem que foram alvos da ação marginal de um estelionatário profissional, os membros da campanha e o pai de Filipe procuraram a polícia e agora, Gilson se tornou uma pessoa procurada nos Estados Unidos. Quem tiver alguma informação sobre o paradeiro dele pode entrar e contato com a redação do jornal Brazilian Times através do telefone (617) 625-5559 ou enviar e-mail para news@braziliantimes.com. O nome de quem ajudar será mantido sob sigilo.

Fonte: Brazilian Times