Publicado em 15/02/2013 as 12:00am

Ministro das Relações Exteriores visita MA e NY

Em seu discurso no Conselho de Segurança, Patriota cobrou da comunidade internacional, a chamada "responsabilidade ao proteger"

Em seu discurso no Conselho de Segurança, Patriota cobrou da comunidade internacional, a chamada "responsabilidade ao proteger"

da redação

O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, esteve na segunda-feira (11), em Cambridge (Massachusetts), onde realizou uma palestra na Kennedy School of Government (instituto de relações internacionais da Harvard University).

Ele abordou como tema desta palestra a "Projeção Global do Brasil: uma agenda diplomática voltada para o desenvolvimento e para a paz".

A presidente Dilma Rousseff, em abril do ano passado, palestrou no mesmo local e falou sobre os avanços econômicos do Brasil e o respeito aos preceitos democráticos do país.

O Ministro conversou com alguns estudantes brasileiros que estudam na Harvard e falou sobre os incentivos e abertura das portas dos Estados Unidos para universitários do Brasil. Ele elogiou a representatividade desta classe no país e ressaltou que "graças a estes estudantes, o Brasil tem sido visto com outros olhos pelo mundo".

Na terça-feira (12), o ministro participou das discussões no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Ele se reuniu com o Ministro de Negócios Estrangeiros da Coréia do Sul, Kim Sung-hwan, que comanda o conselho até o fim deste mês. O chanceler também falou com Secretário da ONU, Ban Ki-moon e com o presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic.

Em seu discurso, Patriota cobrou da comunidade internacional, a chamada "responsabilidade ao proteger" – que é a exigência dos parceiros internacionais que garantam mecanismos de verificação sobre a execução de ações de ajuda humanitária e segurança aos civis nos conflitos armados.

Analistas políticos afirmam que a participação de Patriota nas discussões do Conselho de Segurança é uma demonstração de que o governo brasileiro tem condições de ampliar a atuação no órgão e nas negociações internacionais. (com informações da EBC)

Fonte: Brazilian Times