Publicado em 25/03/2013 as 12:00am

Maridode brasileira pode ser preso nos Estados Unidos

O músico está sendo acusado de ter violado uma restrição judicial de não se aproximar da ex-mulher, a atriz Pauley Perrette.

O músico está sendo acusado de ter violado uma restrição judicial de não se aproximar da ex-mulher, a atriz Pauley Perrette.

Mayra Dias Gomes, filha filha do dramaturgo Dias Gomes, está passando por um período difícil com seu marido, o músico Coyote Shivers. De acordo com o jornal americano "The New York Post", Shivers estaria correndo o risco de ser preso por uma suposta armação de sua ex-mulher, a atriz americana Pauley Perrette, atualmente no ar na série "NCIS". Pauley teria criado um roteiro entitulado "Estrela Louca" contendo todo um plano de vingança contra o ex-marido como "perseguir", "enganhar a polícia" e "obter medida de cautela".

Coyote, que é casado com Mayra há quatro anos e vive com ela em Los Angeles, nos Estados Unidos, foi preso em abril de 2012 depois de ter entrado com ela em um restaurante japonês onde sua ex-mulher o atual namorado jantavam. Ele foi julgado e condenado por violar a ordem de cautela que prevê que ele mantenha distância da ex, mas amigos da atriz estão contra ela no processo.

Ainda segundo o jornak, Jason Fishbein, que é próximo da atriz, contou a justiça que ela "é extremamente extrovertida, extremamente inteligente e charmosa, mas é estranha" e que "possivelmente usa ordens de restrição como um método de assédio". Já Lisa Lynch, que cortou relações com Pauley, também depôs contra a atriz e teria dito que ela "tem um histórico de comportamento vingativo quando termina relacionamentos. Eu me lembro dela roubar o gato de seu ex-namorado. Quando ele entrou na justiça contra ela por isso, [ela] preencheu a papelada para uma ordem de restrição em retaliação".

O músico teria rompido o relacionamento com Perrette depois de descobrir que ela mantinha um caso com um entregador de pizza. A sentença de Coyote sai na próxima quarta-feira, 27, e ele pode pegar até um ano de prisão.

Fonte: Brazilian Times

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