Publicado em 24/04/2013 as 12:00am

Artesã da Paraíba é selecionada para expor nos Estados Unidos

A exposição "Mulher Artesã Brasileira" será realizada em setembro na cidade de Nova Iorque, na sede da Organização das Nações Unidas.

Artesã da Paraíba é selecionada para expor nos Estados Unidos

A exposição “Mulher Artesã Brasileira” será realizada em setembro na cidade de Nova Iorque, na sede da Organização das Nações Unidas.

 

da redação

 

A artesã Maria das Dores Ramos Silva, ou Dorinha, teve seu trabalho com renda renascença aprovado para participar de uma exposição em Nova Iorque. O evento, intitulado “Mulher Artesã Brasileira”, será realizado em setembro na sede da Organização das Nações Unidas.

 Ela conta que estava participando de uma feira em Belo Horizonte quando soube da oportunidade dessa exposição nos Estados Unidos. Imediatamente entrou em contato com a organização e se inscreveu.

A seleção foi realizada por uma comissão de profissionais da Associação Brasileira de Exportação de Artesanato (Abexa), Programa do Artesanato Brasileiro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Quando o resultado saiu, foi só alegria. “Fiquei feliz demais, não tenho nem palavras. Fiquei feliz por mim e por minhas amigas que trabalham comigo, e espero representar bem nosso trabalho, a Paraíba e o Brasil.”

Ao todo, foram selecionadas 15 artesãs de 12 estados que melhor representaram o artesanato nacional. O evento visa o aprimoramento profissional por meio de ações de formação. A intenção é investigar o panorama atual do artesanato no país, estabelecendo um intercâmbio entre as diversas realidades regionais.

Esta será a primeira vez que Dorinha sairá do país. Natural de Boqueirão e rendeira há mais de 40 anos, ela já morou em Brasília, onde vendia peças de enxoval para moradoras do Plano Piloto. De volta à Paraíba, entrou no Programa de Artesanato da Paraíba (PAP), onde ganhou visibilidade e mais oportunidades de trabalho.

“Foi uma vizinha que me ensinou o ofício e, quando ela levava suas peças pra vender, colocava as minhas no meio. Foi assim que tudo começou. Fiquei orfã de pai aos 6 anos e queria ajudar minha mãe”, relembra. Hoje, como presidente da Associação Ateliê Renascença, de São José do Umbuzeiro, Dorinha pretende levar quantas peças puder para Nova Iorque: “Vou aproveitar para levar muitas peças para vender, fazer contatos e tentar fazer clientela lá. Meu foco é conseguir algumas encomendas do exterior”, finaliza.

Ela conta que estava participando de uma feira em Belo Horizonte quando soube da oportunidade dessa exposição nos Estados Unidos. Imediatamente entrou em contato com a organização e se inscreveu.

A seleção foi realizada por uma comissão de profissionais da Associação Brasileira de Exportação de Artesanato (Abexa), Programa do Artesanato Brasileiro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Quando o resultado saiu, foi só alegria. “Fiquei feliz demais, não tenho nem palavras. Fiquei feliz por mim e por minhas amigas que trabalham comigo, e espero representar bem nosso trabalho, a Paraíba e o Brasil.”

Ao todo, foram selecionadas 15 artesãs de 12 estados que melhor representaram o artesanato nacional. O evento visa o aprimoramento profissional por meio de ações de formação. A intenção é investigar o panorama atual do artesanato no país, estabelecendo um intercâmbio entre as diversas realidades regionais.

Esta será a primeira vez que Dorinha sairá do país. Natural de Boqueirão e rendeira há mais de 40 anos, ela já morou em Brasília, onde vendia peças de enxoval para moradoras do Plano Piloto. De volta à Paraíba, entrou no Programa de Artesanato da Paraíba (PAP), onde ganhou visibilidade e mais oportunidades de trabalho.

“Foi uma vizinha que me ensinou o ofício e, quando ela levava suas peças pra vender, colocava as minhas no meio. Foi assim que tudo começou. Fiquei orfã de pai aos 6 anos e queria ajudar minha mãe”, relembra. Hoje, como presidente da Associação Ateliê Renascença, de São José do Umbuzeiro, Dorinha pretende levar quantas peças puder para Nova Iorque: “Vou aproveitar para levar muitas peças para vender, fazer contatos e tentar fazer clientela lá. Meu foco é conseguir algumas encomendas do exterior”, finaliza.

 

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Maria das Dores, ou Dorinha, posa com um dos seus trabalhos (Foto: Divulgação/Secom-PB)

Fonte: Brazilian Times