Publicado em 14/08/2013 as 12:00am

EUA pagam US$1,5 milhão para ajudar brasileiras parar de fumar

Uma pesquisadora brasileira que dirige programas de saúde para grupos minoritários em uma universidade no estado do Alabama convenceu o governo dos Estados Unidos a liberar o valor de US$1,5 milhão (pouco mais de R$ 3 milhões). Esta quantia será destinada

O valor foi solicitado por um pesquisadora brasileira que trabalha em uma universidade no Alabama

da redação

Uma pesquisadora brasileira que dirige programas de saúde para grupos minoritários em uma universidade no estado do Alabama convenceu o governo dos Estados Unidos a liberar o valor de US$1,5 milhão (pouco mais de R$ 3 milhões). Esta quantia será destinada a ajudar mulheres a parar de fumar, no Brasil.

Apesar de ser uma causa nobre e não estar no topo da lista de projetos que os contribuintes norte-americanos financiam, o National Institutes of Health (NIH) deu à pesquisadora Isabel Scarinci o valor requerido para iniciar um projeto internacional de combate ao tabaco.

Segunda a pesquisadora, o objetivo deste programa "é compreender melhor as mulheres e suas relações com o tabaco", no Brasil, especialmente em seu estado natal, o Paraná. Nos últimos dois anos, a pesquisadora recebeu US$ 560,000.00 (cerca de R$ 1.3 milhão).

Segundo as pesquisas levantadas pela pesquisara, no Brasil, as brasileiras estão em um número elevado no consumo de tabaco. Ela disse que está muito feliz e animada com o investimento e que agora poderá seguir com o seu projeto e tentar combater o vício do cigarro entre as mulheres brasileiras.

Isabel disse que sente-se responsável em ajudar a sua terra nada. "Eu não posso esquecer de onde eu vim. Vinte anos se passaram e as necessidades não mudaram. Para mim, é uma questão pessoal", explica.

Na Universidade do Alabama, Isabel é uma especialista em medicina preventiva, que é especializada em alcançar "as populações em risco." Como parte de seus deveres, ela opera várias iniciativas com financiamento público para promover estilos de vida saudáveis ​​e prevenção de doenças entre os "imigrantes latinos e afro-americanos nas comunidades rurais carentes. "Isso inclui os imigrantes indocumentados", continua.

A administração tornou prioridade o atendimento à saúde pública para os grupos minoritários. Por isso, anualmente, são distribuídos US$31 bilhões que são destinados a ajudar centenas de milhares de pesquisadores em diversas universidades em todos os Estados Unidos.

Fonte: Brazilian Times