Publicado em 11/09/2013 as 12:00am

Brasileira é acusada de usar "nome e "Social" de outra pessoa para conseguir emprego em Marlborough (MA)

Brasileira é acusada de usar "nome e "Social" de outra pessoa para conseguir emprego em Marlborough (MA)

Giselie Oliveira teria usado os documentos para conseguir emprego em Malrborough (MA)

 

 

da redação

Uma brasileira que mora em Clinton (Massachusetts) foi presa na sexta-feira (06) depois que a polícia disse que ela roubou a identidade de outra mulher para conseguir um emprego em Marlborough (MA). Segundo as informações, a acusada, há seis anos usa o nome e o número do Segurança Social da vítima.

Giselie Oliveira , 64 anos, foi acusada de fraude de identidade, falsificação de documentos e utilização de documento falso, segundo uma nota divulgada pelo Departamento da Polícia de Marlborough.

Em um relatório policial apresentado na Corte Distrital de Marlborough, o policial David Priest relatou que ele atende a uma ocorrência onde uma mulher de Woburn (MA) teria denunciado que outra mulher usou sua identidade para conseguir um emprego em Marlborough Hills Healthcare.

A vítima disse à polícia que a ladra de identidade havia sido contratada, mediante os documentos falsos, em 2007, e nunca pagou impostos, deixando uma dívida de cerca de US$8 mil (pouco mais de R$ 18 mil).

O policial acompanhou a vítima até a Marlborough Hills Healthcare, onde dois gerentes informaram que uma mulher com o mesmo nome e Seguro Social da vítima havia trabalhado no local, mas tinha deixado o emprego há três meses.

Um dos gerentes informou que a acusada tinha um cheque para receber e que mais mais tarde iria bucar no local. O policial ficou aguardando com a denunciante. Quando a brasileira chegou, a vítima ficou furiosa quando viu a suspeita. “Eu tinha contratado esta mulher há alguns anos quando era dona de uma loja de conveniência, mas vendi o estabelecimento logo após a contratação de Giselie.

As duas mulheres começaram a discutir em português e um Sacerdote do local mandou que elas ficassem queitas, de acordo com o relatório policial. Um dos gerentes, que também é brasileiro, repassou o que as duas estavam dizendo durante a discussão.

Segundo o gerente, a acusada teria dito que a vítima tinha lhe dado permissão para utilizar a identidade para conseguir emprego. A mulher negou a afirmação de Oliveira, de acordo com o relatório.

A brasileira foi libertada, sem fiança, e deverá retornar à Corte de Marlborough em data a ser definida. Apesar de não ser informado, acredita-se que ela esteja vivendo ilegalmente nos Estados Unidos devido não ter documentos para conseguir emprego.

Fonte: Brazilian Times

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