Publicado em 25/06/2014 as 12:00am

Brasileiro é condenado a 36 meses de prisão

O mineiro Maurício Ribeiro Prates foi condenado a 36 meses de prisão por ajudar a contrabandear um casal de brasileiros para os Estados Unidos usando a fronteira com o México. A condenação dele foi divulgada na quarta, dia 18, e ele vai cumprir a pena em

O mineiro Maurício Ribeiro Prates foi condenado a 36 meses de prisão por ajudar a contrabandear um casal de brasileiros para os Estados Unidos usando a fronteira com o México. A condenação dele foi divulgada na quarta, dia 18, e ele vai cumprir a pena em uma prisão federal.

Ele, que também é conhecido por Maurio, vai enfrentar um processo de deportação após cumprir a sua pena. O julgamento aconteceria na cidade de Fort Launderdale, na Florida, mas devido ao brasileiro assumir a culpa para obter algumas regalias, o juiz decidiu aplicar a pena. Maurício disse que é “culpado por trazer imigrantes para os EUA de forma irregular”.

O mineiro estaria ligado a um forte esquema de contrabando de pessoas para os EUA, e a maioria entrou no país através da fronteira. Maurício vendia passaportes falsos para que brasileiros pudessem entrar sem problemas no país.

O esquema incluía voos do Brasil para França, depois para a Inglaterra e finalmente para as Bahamas. De lá os imigrantes seguiam viagem para os EUA, em um barco. Esta atividade foi descoberta depois que a polícia realizou uma investigação ao casal Marcos Cesar de Souza França e Claudinele Alves de Souza França. Ambos teriam entrado no país usando um passaporte italiano falso.

Os imigrantes entravam no país, através do Arizona, e se passavam por turistas, apresentando o passaporte italiano, quando eram abordados por alguma autoridade. Depois, eles seguiam para a Florida para serem despachados aos seus destinos.

O brasileiro foi preso no dia 19 de setembro de 2013, quando ele, sua esposa e o filho, chegaram ao aeroporto JFK. Na ocasião, ele assumiu que ajudou 40 brasileiros a entrarem nos EUA, mediante uma taxa de US$500 a US$1,000 por pessoa.

Fonte: Brazilian Times