Publicado em 23/01/2015 as 12:00am

Brasileira é ameaçada por TelexFree e Wings

Brasileira de Fall River (MA) é ameaçada por integrantes da TelexFree e Wings

R.M.S Do Nascimento procurou a redação do Brazilian Times, na tarde do dia 16 de janeiro, afirmando que se sentia coagida e até mesmo perdendo a sua privacidade e liberdade na cidade onde vive há cerca de 11 anos. Ela decidiu desabafar e esclarecer a verdade por trás de toda a maldade que a tem cercado.

Brazilian Times: Como você gostaria de começar essa entrevista?

RM: Bom, antes de tudo, quero deixar vocÊs a vontade para pesquisar sobre minha vida, minha conduta e de minha família. Eu jamais levaria esse caso até a imprensa se tivesse algo errado comigo ou se eu tivesse agido de má fé com quem quer que seja. O meu esposo pastoreia aqui nessa cidade, a qual amamos, desde o ano de 1985 e até então nunca tivemos problema, tal a minha indignação por estar passando por isso.

BT: Como você entrou para a companhia TelexFree?

RM: Assim como todos entraram, ou seja, alguém me convidou e eu aceitei.

BT: Então, nos conte como tudo começou até chegar às ameaças:

RN: Bom, tudo começou quando alguém me pediu uma ajuda, por pensar que eu era conhecida de todos. Eu recebi uma ligação de um pastor me pedindo para ajudar uma amiga a recuperar uma conta na empresa Telexfree. Um dos membros havia feito o registro e depois de algum tempo, trocou todos os dados, tomando assim posse dessa conta, e se apropriou de todo valor depositado e logo depois foi embora em definitivo para o Brasil. Na época, eu não tinha influência dentro da companhia, pois tinha acabado de me tornar membro.

BT: E como você fez para ajudar tal pessoa?

RN: Eu fui perguntando e conversei com várias pessoas até chegar ás mãos de alguém que realmente tinha poder para resolver o caso. Assim que a conta dessa mulher foi restituída, inclusive com todo o dinheiro, ela ficou muito feliz e decidiu abrir mais duas contas na mesma empresa (Telexfree). Só que ao mesmo tempo surgiu a Wings Net Work, então ela me perguntou se eu fazia parte da companhia e diante do meu sim, ela logo me pediu para que eu a colocasse na companhia. Inclusive por várias vezes a aconselhei a ter cautela, pelo fato de não estar acostumada com o MMN, e que seria interessante ela participar de algumas reuniões primeiro e só depois decidir consciente o que estava fazendo.

BT: Essa mulher entrou para o seu grupo?

RN: Ela entrou para a companhia Wings Net Work, porque o meu grupo sempre foi o da minha família. Então, ela ficou muito empolgada e começou a procurar pessoas de influência na cidade para registrá-las também, e logo depois já estava acontecendo reuniões na casa de uma conhecida minha e a quantidade de pessoas só foi aumentando. Diante disso, ela se prontificou a emprestar dinheiro para algumas amigas que não tinham condições no momento, e claro muitas outras pessoas entraram com seu próprio dinheiro.

BT: Quem era a pessoa responsável para coletar o dinheiro nessas reuniões?

RN: A mesma mulher que eu havia ajudado a recuperar a conta da Telexfree, se tornou uma das líderes dentro da Wings. Um casal que já conheço há mais de 10 anos entregou $3.000 mil nas mãos dela. Um comerciante antigo da cidade, homem simples, muito batalhador, confiou o valor de $1.500. Várias pessoas da cidade entregaram dinheiro nas mãos dela e ela sumiu com o montante, e quando eles foram cobrá-la, ela disse para todos que o dinheiro estava comigo. Eu sempre fiz esse trabalho sozinha, ou em família, nunca em grupo, sempre procurei preservar meu nome, porque é a coisa mais importante que temos nessa vida. Nunca tive a intenção de trabalhar em grupos e principalmente na cidade de Fall River, onde vivo há 11 anos, sempre zelei pela minha reputação e de minha família. A única coisa que eu ofereci a essa mulher, foi dar um pequeno suporte no início, já que ela não sabia como fazer as reuniões. Mesmo depois de tê-la ajudado, ela começou a criar empecilhos para que eu e meu filho continuássemos nas reuniões. Na verdade, essa mulher usou de má fé em todos os sentidos, porque ela colocou os familiares no topo do grupo e deixou todas essas pessoas por último. Usou conta falsa, numeração de documentos falsos, foi muita incoerência... e ela até deu muita sorte por causa do problema que a empresa Telexfree teve, pois o mesmo aconteceu com a Wings e logo a casa caiu, líderes foragidos entre outros problemas.

BT: E você quer concluir essa entrevista dizendo o que?

RN: Essa mulher é casada com um americano, carrega dentro de si a falsa moral, por um dia ter vivido dentro de um convento. Conhecida no meio imobiliário por muitos como o demônio em vida, pois vive nas cortes tentando prejudicar as pessoas. Com toda sua maldade ela jogou as pessoas contra mim, dizendo que eu sou culpada de tudo e responsável pelo dinheiro dela e todos os portugueses que entraram na companhia. Eu venho diante da comunidade brasileira relatar a situação em que estou vivendo. Essa mulher está transformando a minha vida num verdadeiro inferno. Estou recebendo ameaças, não estou saindo de casa. Ela está denegrindo a minha imagem por todos os cantos. Pessoas que me amavam, hoje estão me ligando e me proibindo de falar com elas. Fiquem todos cientes de que eu jamais roubaria alguém. Eu não sou responsável pela companhia Wings e nem pelas propostas que essa mulher fez para o povo aqui de Fall River e muito menos pelo dinheiro que ela pegou. Todos que me conhecem ao longo dos anos, sabem do meu caráter e da reputação de minha família. Eu quero justiça! Só isso que eu quero!

Fonte: Da Redação do Brazilian Times | Reportagem de Stael DeMelo