Publicado em 27/02/2015 as 12:00am

Empresário se defende e nega envolvimento com pirâmide

Daniel acrescenta que a sua empresa não tem nada a ver com redes de marketing de miltinível e que "deste este tipo de trabalho". Ele afirma que os arquivos do Estado revelaram que a empresa

O empresário Daniel Filho foi denunciado no início da semana por suposto envolvimento com um esquema de pirâmide em Framingham (Massachusetts). Segundo a acusação, feita pelo advogado Evans Carter, ele é responsável pela DFRF Enterprise e teria prejudicado algumas pessoas, entre elas alguns compatriotas.

Nesta quarta-feira (25), ele procurou a mídia e alegou inocência da acusação e afirmou que as vítimas que acionaram o advogado “jamais tiveram contato com a sua empresa”. Daniel explica que é proprietário de uma companhia de aconselhamento financeiro e gerência de bens.

Daniel acrescenta que a sua empresa não tem nada a ver com redes de marketing de miltinível e que “deste este tipo de trabalho”. Ele afirma que os arquivos do Estado revelaram que a empresa

Daniel detalhou que a DFRF, que os arquivos do Estado revelam ter sido criada em julho de 2014, vende afiliações a seus clientes que dão acesso aos serviços financeiros da empresa. “E isso inclui operações de processamento de ouro”, fala ressaltando que sua empresa tem minas de ouro operando na África e reservas de ouro na América do Sul. “Nós não precisamos de qualquer dinheiro de ninguém para apoiar nada”, afirma.

Ele alegou que a companhia não é um esquema de pirâmide porque não precisa de um fluxo constante de novos investidores para continuar operando. Segundo Daniel, “a empresa faz dinheiro e permite que as pessoas façam dinheiro”.

Mas no processo judicial que ele terá que responder junto à Corte Superior de Middlesex, Massachusetts, terá que explicar porque dois clientes alegam terem investido US$ 80 mil e US$ 100 mil cada na DFRF, sob a promessa de que receberiam até 15% de lucro nos investimentos. Ele admitiu que já esteve sob investigação, mas que não foi condenado por nenhuma acusação criminal. “Eu nunca fui acusado formalmente”, afirma.

Daniel disse que as duas pessoas que acionaram o advogado confundiram os assuntos e que “nunca foram membros da DFRF”. Para ele, os dois estavam ligados à TelexFree que se estão misturando a sua companhia com uma de marketing multinível. “Acredito que alguém quer prejudicar o meu negócio”, disse.

Fonte: Da Redação