Publicado em 22/11/2015 as 12:00am

Rifa ajuda brasileira que o marido foi preso pela imigração

Foram arrecadados mais de US$3,500 e a família continua precisando do apoio da comunidade

Há cerca de cinco meses, o esposo da brasileira Laene (pediu para não divulgar sobrenome) foi preso por agentes de imigração. Ele estava em processo de legalização, mas algo aconteceu e saiu um pedido de deportação antes, segundo informações de amigos da família. A esposa é cidadã americana e vive nos Estados Unidos há 15 anos.

Segundo ela, foi contratado um advogado Boston para entrar com o processo de legalização do marido, mas 13 dias depois, saiu o pedido de deportação. Mas a família soube da decisão três meses depois e já tinha gasto US$4,500 com o advogado. Foi então que o marido foi preso e a partir de então, ela começou passar por dificuldades.

Como o marido provia a maior parte do sustento da casa, algumas contas começaram pesar no orçamento. Laene tem dois filhos, sendo uma menina de 11 anos e um menino com dois meses e meio. Diante disso, amigos se reuniram para ajudá-la com algumas despesas até que o processo do marido seja resolvido.

Uma rifa encabeçada por Bruna Lemos conseguiu levantar um pouco de dinheiro e com isso ajudar Laene a quitar algumas contas. Foi sorteado entre os participantes os seguintes prêmios: Um dia de princesa (incluindo make up, escova, hidratação corte, manicure, pedicure e coloração); Uma cesta com produtos de limpeza facial; Uma cesta com produtos de beleza.

A promoção contou com o apoio do Destiny Salon (210 Pond Sreet, em Ashland). Além desta campanha, a família continha precisando de ajuda e quem quiser doar fraldas, roupas para menino acima de quatro meses, podem procurar o salão.

Na sexta-feira (20), Bruna publicou o vídeo do sorteio dos prêmios. Em sua prestação de contas, foram vendidos mais de 140 tickets e arrecadados US$3,675.00. Veja o resultado do sorteio:

Cesta de produtos de beleza: Monia (Teologia)

Cesta com Limpeza facial - Lígia Gregório

Dia de princesa – Simone (Evaldo)

 

Fonte: Brazilian Times