Publicado em 22/04/2016 as 10:00am

Fotógrafo brasileiro recebe prêmio por seu trabalho no New York Times

O paulista Mauricio Lima é reconhecido por seu trabalho registrando a vida de refugiados

O fotógrafo e documentarista brasileiro Mauricio Lima, começou sua carreira em 1999 como fotógrafo estagiário de um jornal desportivo local em São Paulo, antes de ser convidado para se juntar a Agence France-Presse. Nascido e criado em São Paulo, se formou em Comunicação pela Universidade PUC, com ênfase em história da arte e fotografia, além de ter estudado fotojornalismo no Senac.

Esta semana o conceituado fotógrafo, recebeu o Prêmio Pulitzer 2016 ao lado de outros profissionais como Sergey Ponomarev, Tyler Hicks e Daniel Etter, na categoria fotografia noticiosa “Breaking News Photography”, por seu excelente trabalho na cobertura fotográfica da vida de refugiados para o jornal The New York Times.  A série vencedora mostra os riscos enfrentados por refugiados – sobretudo cidadãos afegãos, iraquianos e sírios – , desde as viagens em condições improvisadas até as tentativas de restabelecimento em território europeu.A série vencedora mostra os riscos enfrentados pelos refugiados. As imagens são impressionantes e relatam a realidade vivida por sírios, afegãos e iraquianos.

 Em 2015 Mauricio já havia sido indicado para o mesmo prêmio pela série que fez assinada como " Fragmentado: O custo humano da guerra na Ucrânia" Ele também foi premiado como a “Imagem do Ano Internacional” em várias ocasiões, recebeu o prêmio China International Press Photo em 2015 e 2014 e ficou em terceiro lugar no Prix Bayeux Calvados des Correspondants de Guerre em 2006.


obertura fotográfica da vida de refugiados para o jornal americano New York Times.

A série vencedora mostra os riscos enfrentados por refugiados – sobretudo cidadãos afegãos, iraquianos e sírios – , desde as viagens em condições improvisadas até as tentativas de restabelecimento em território europeu.

Maurício Lima nasceu em São Paulo e começou sua carreira como fotógrafo esportivo. Em sua longa carreira internacional, trabalhou no Afeganistão, no Iraque, na Líbia, em Portugal, na Ucrânia e na Síria. Recebeu diversos prêmios de Foto do Ano (Picture of the Year International), e já havia sido finalista do Pulitzer em 2015, por seu trabalho sobre os custos humanos da guerra na Ucrânia.

Fonte: Thais Partamian Victorello