Publicado em 3/11/2016 as 6:00pm

Brasileiro é preso e acusado de tentar assassinar a esposa em Framingham

O brasileiro tentou estrangular a esposa

Uma mulher sangrando correu para for a da casa dela no domingo, dia 30 de outubro, gritando por ajuda quando seu marido embriagado a perseguia. As informações foram divulgadas pela Promotoria no Tribunal Distrital de Framingham (Massachusetts), na segunda, dia 31.

A polícia foi ao número 15 da Second Street, por volta das 2:30 a.m., depois que um vizinho ligou para o 911 (número de emergência), segundo informou a Promotora Wendi Safran, durante a audiência.

O acusado é o brasileiro Alberto de Lima. A mulher gritava: “Socorro. Ele está vindo me matar”.

A vítima, de 30 anos de idade, foi encontrada descabelada, chorando e tinha um corte e um dos olhos e várias marcas vermelhas no pescoço.

De acordo com a polícia, Alberto e sua esposa estavam em uma festa e parecia que se divertiram até que eles chegaram em casa. O brasileiro se revoltou, agarrou a vítima pelos cabelos e a jogou ao chão.

A mulher gritou por ajuda e um vizinho chegou próximo à porta, do lado de fora. “(Delima) cobriu a boa e o nariz da esposa com uma mão, a sufocando quando começou a estrangular com a outra mão”, escreveu a polícia no relatório. “Ele sussurrou para ela se calar”, continuou.

Depois que o vizinho saiu, o acusado liberou uma das mãos e a sua esposa levantou-se do chão e correu para fora do apartamento. A mulher foi levada para MetroWest Medical Center, em Framingham, para ser tratada dos ferimentos.

Na audiência de segunda-feira, ela caminhou com o auxílio de uma bengala.

A polícia prendeu Alberto e o indiciou por tentativa de homicídio, estrangulamento, violência doméstica, lesão corporal e intimidação de testemunha.

O juiz David Cunis concedeu à esposa de Alberto uma ordem de restrição, o que proíbe o acusado manter qualquer contato com ela e deve ficar longe.

A promotora pediu para que o juiz mantivesse o acusado preso sem direito a fiança, enquanto aguarda uma audiência para determinar se ele é ou não um perigo público. A advogada de defesa, June Jensen não argumentou sobre o pedido de manter seu cliente detido até a decisão.

O brasileiro está preso até a sua audiência, que acontecerá nesta sexta-feira (04)

Fonte: Da redação