Publicado em 4/01/2017 as 3:00pm

Brasileira é assassinada na véspera de Natal, na California

O suspeito, o esposo Marco Lobato, já havia sido preso antes por forçar a esposa a fazer sexo oral com ele

Um homem problemático de San Jose, na Califórnia, foi preso por supostamente ter esfaqueado a sua esposa na véspera de Natal. Ele participava de sessões de terapia determinada pela corte depois de ter sido preso no início de 2016 por questões relacionadas à violência doméstica, quando forçou sua esposa a ter relações sexuais com ele.

Trata-se de Marco Lobato Arrais, 38 anos, que foi levado sob custódia depois da esfaqueia e matar a sua esposa, de 35 anos, a brasileira Juliana Sewruk Trizi Arrais, gerente de finanças da Apple.

Segundo informações das autoridades, foi o próprio Marco que ligou para o 911, em pânico, para denunciar que sua esposa havia sido esfaqueada. A vítima ainda foi socorrida e levada para o hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Os policiais encontraram Juliana dentro de uma unidade em um complexo de casas Norte 10th Street, no sábado à noite. Ela tinha pelo menos uma perfuração no corpo.  Autoridades não anunciaram o motivo, mas estão tratando o caso como violência doméstica.

Arrais foi levado para a prisão principal do condado de Santa Clara um dia depois do crime, pela suspeita de ter sido o autor do assassinato. Ele está sendo mantido sem fiança. Ainda, segundo as autoridades, o acusado estava quase no final do programa de terapia, que duraria 16 semanas.

PRIMEIRO PROBLEMA

Na sua primeira prisão, início de 2016, ele exigiu sexo oral de sua esposa, com quem está casado há cinco anos. Quando ela se recusou, ele agrediu fisicamente e ela conseguiu se trancar no banheiro. Mas ele se forçou a entrada, diz o relatório policial.

Marco alegou às autoridades que ele era esquizofrênico. Juliana parecia concentrada em fazer o marido mudar e receber apoio. “Ela não queria que o suspeito fosse para a prisão. Ela queria que ele recebesse ajuda psiquiátrica", escreveram os policiais em seu relatório.

Fonte: Brazilian Times