Publicado em 5/01/2017 as 9:29pm

Amigos se unem para enviar corpo de brasileiro ao Brasil

Bruno Dançarino, como era conhecido, foi encontrado morto no sofá de sua casa

Na tarde de sábado, dia 31, a comunidade brasileira em Danbury (Connecticut) foi abalada com a notícia da morte do mineiro Bruno Araújo, mais conhecido por “Bruno Dançarino”. O rapaz de apenas 34 anos de idade foi encontrado gostava de festas e sair nas noites brasileira. Por isso ele tinha um rol de amigos muito grande e era bastante conhecido na sua comunidade.

Apesar de ser uma pessoa comunicativa, cercada por amigos o tempo todo, Bruno não tinha muito contato com seus familiares e, segundo informações, há três anos ele não conversava com seus pais porque não aceitava a separação deles.

Um amigo relatou no Facebook que Bruno, natural de Governador Valadares (Minas Gerais), morava nos Estados Unidos há quase 15 anos e era proprietário de uma companhia de construção. As causas da morte do rapaz ainda permanecem sob mistério.

Conforme algumas informações divulgadas por amigos, Bruno participou de uma festa e por volta das 6:00 a.m. convidou alguns amigos para irem à sua casa e realizarem um “after-party”. Depois todos foram embora e o corpo do mineiro só foi encontrado na parte da tarde deste mesmo dia, por uma housecleaner.

Como Bruno não tem parentes próximos a ele, os amigos decidiram se unir e criar uma campanha no site “Go Fund Me” para arrecadar a quantia de US $7,300 que será utilizada para os custos de funeral e pagar o translado do corpo ao Brasil. Até o fechamento desta edição, em menos de 3 dias, já havia sido arrecadado quase US$ 10 mil.

Quem quiser colaborar, basta acessar o link goo.gl/25Bt7h e fazer uma doação de qualquer valor. “Bruno Dançarino nos deixou repentinamente, deixando boas lembranças, momentos inesquecíveis e deixou o maior de tudo, a saudade. Uma pessoa com o coração bom, que gostava de todos e sempre nos queria perto dele. Hoje ele não está perto fisicamente, mas estará sempre em nossos corações”, escreveu Mary Cunha, organizadora da campanha.

Fonte: Brazilian Times