Publicado em 19/04/2017 as 3:00pm

Mineiro luta contra o câncer e pede ajuda da comunidade

José vive há mais de 20 anos nos EUA e há 15 trabalhava para um restaurante em Dorchester (MA)

A vida não tem sido nada fácil para o mineiro de Serro Frio, José Carlos de Melo Campo, que tem 84 anos de idade e luta contra um câncer no aparelho digestivo. Ele sempre foi uma pessoa ativa, gostava de trabalhar, sem preguiça, e dedicado. Agora ele se vê obrigado a deixar seus afazeres de lado em virtude de estar impossibilitado por causa da doença.

Por mais de 20 anos ele mora nos Estados Unidos e há 15 anos era funcionário de um restaurante na cidade de Dorchester (Massachusetts). Mas quando os sintomas da doença começaram a surgir, tais como tonturas, ele foi obrigado a deixar o emprego.

Devido ao fato de não estar trabalhando, José vive de favor na casa de um casal de amigos que o acolheu, na cidade de Brighton (MA). Mesmo assim, ele quer manter seus compromissos e por isso pede ajuda da comunidade para ajudar nas despesas de casa, inclusive o aluguel.

O mineiro tem cinco filhos, sendo que quatro moram no Brasil e um na Flórida, que ajudam o pai na medida do possível. José se encontra em uma situação muito difícil e até mesmo o televisor que o mantinha distraído está com problemas. “A televisão foi um presente que ganhei de uma filha que mora no Brasil”, fala ressaltando que como o aparelho tem valor sentimental, ele prefere consertá-lo.

Amigos estão usando as redes sociais para contar a história e tentar conseguir algum tipo de ajuda para o mineiro, que prefere ficar nos EUA a voltar para o Brasil. “Lá a gente morre mais rápido”, disse ele ao jornalista Eduardo Oliveira.

Ele tem recebido atendimento médico gratuito do Dana Farber, em Boston (MA). Aqueles que desejarem ajudá-lo, pode entrar em contato através do telefone (857) 540-8823 e falara diretamente com José para ver o que ele precisa ou fazer uma doação de qualquer valor na conta em nome de Moises da Silva Cunha (roommate): Citizen's Bank, número 1325534452.

Fonte: Brazilian Times