Publicado em 15/05/2017 as 8:00am

Após acidente de trânsito, brasileira teria tentado se estrangular no carro da polícia

O caso aconteceu semana passada em Martha's Vineyard e de acordo com informações permanece sob investigação da polícia local.

Depois de prestar serviços para o Departamento de Polícia de Tisbury (Massachusetts) por 25 anos, um policial local encontra-se em licença administrativa após atender o chamado de um acidente que envolveu uma brasileira, identificada apenas como “Maria”, de 41 anos em Martha´s Vineyard na semana passada.

De acordo com relatos publicados pela imprensa local, a brasileira se envolveu em um acidente de trânsito em Martha’s Vineyard e após a polícia chegar ao local e identificar os envolvidos, foi verificado que Maria não possuía habilitação americana para dirigir, por isso ela teria sido levada para a delegacia.

De acordo com informações publicadas pelo site MV Times, os registros da corte incluem um relatório policial escrito pelo oficial que atendeu ao caso, onde ele relata que estava levando a brasileira para o presídio do Condado de Dukes. Enquanto o oficial estava na prisão conversando com o delegado do xerife, a mulher supostamente se afastou de uma das algemas e, quando ele retornou, "observou que um cordão da roupa que ela usava estava firmemente enrolado em seu pescoço duas vezes, e amarrada com um nó.”

O relatório ainda dá detalhes de como Maria teria sido encontrada. “A mulher estava caída sobre a direita, e seu torso estava sendo segurado pelo cinto de segurança", diz o relatório que não estipula o tempo exato que o policial a deixou sozinha na parte de trás do carro de polícia.

Assim que se deparou com a cena, o oficial teria cortado o cordão com uma faca e chamou os serviços médicos de emergência. Antes que eles chegassem, a mulher foi levantada do carro e o pulso foi detectado. A mulher "tomou um suspiro profundo e então começou a vomitar muco espumoso.”.

O oficial permanece em licença durante a investigação para que o departamento de polícia da região possa conduzir a investigação sobre o caso.

Fonte: Brazilian Times

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