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Publicado em 9/08/2019 as 8:00am

Brasileiro denuncia que filha sofreu terrorismo psicológico em aeroporto de Boston

O brasileiro Marcelo Dias entrou em contato com a redação do Brazilian Times para denunciar...

Brasileiro denuncia que filha sofreu terrorismo psicológico em aeroporto de Boston Brasileira foi barrada e sofreu terror psicológico.

O brasileiro Marcelo Dias entrou em contato com a redação do Brazilian Times para denunciar que sua filha, cujo nome ele não revelou, foi mais uma das vítimas das autoridades do Aeroporto Internacional de Boston, em Massachusetts. Este jornal já relatou casos sobre brasileiros que foram humilhados e detidos sem motivo por agentes do Departamento de Imigração e Alfândega (ICE).

De acordo com a denúncia de Marcelo, a filha desembarcou no aeroporto no dia 29 de julho e ficou sem contatar a família por cerca de dez horas. “Ela foi psicologicamente maltratada, além de sofrer crueldades praticadas pelos funcionários, tais como inalação, deturpação da realidade e um terror psicológico”, afirmou.

Marcelo disse que não sabe o motivo que levou a esta violência contra uma jovem de apenas 20 anos de idade. “Eles não informaram nem a ela e até hoje procuramos respostas”, continua.

Ele disse que depois que a filha desembarcou, somente dez horas depois é que ela conseguiu falar com a mãe através do WhastApp. “Minha filha relatou que foi levada para uma sala pequena onde só tinham agentes do ICE e uma tradutora que pouco ajudou, pois não esclarecia o que estava acontecendo”, afirma.

Marcelo acrescenta que depois a sua filha foi levada para uma delegacia de Boston e ela foi fichada, sendo obrigada a usar um macacão laranja, com crachá de presidiária. “Ela perguntou para a tradutora se estava sendo presa e não obteve respostas”, continua.

A jovem foi obrigada a assinar papéis e as autoridades não explicaram do que se tratava, mas devido ela estar com medo, acabou assinando. “Sabemos que os fiscais podem negar a entrada de qualquer brasileiro, mas o que não nos conformamos é a violência como ela foi tratada”, se revolta.

Marcelo disse que, na época, tentou contato com o Consulado, mas não havia nenhum funcionário de plantão.

Apesar da filha já estar com a família, Marcelo quer saber porque ela foi tratada como uma criminosa e o que levou os agentes a praticarem o terror psicológico com ela. “Só queremos uma resposta, apenas isso”, finaliza.

Fonte: Redação Braziliantimes

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