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Publicado em 9/11/2019 as 6:00pm

Brasileira luta para retirar nódulo no cérebro e combater câncer nos ossos, fígado e pâncreas

Há aproximadamente três anos, a vida da Goiana Tatti Martins, 37 anos, mudou radicalmente. Ela...

Brasileira luta para retirar nódulo no cérebro e combater câncer nos ossos, fígado e pâncreas Foto de Tatti divulgada na página da campanha

Há aproximadamente três anos, a vida da Goiana Tatti Martins, 37 anos, mudou radicalmente. Ela foi diagnosticada com câncer nos seios e, mesmo residindo nos Estados Unidos e sendo cidadã deste país, ela optou por se tratar no Brasil, onde moram seus familiares e o tratamento seria um pouco mais barato.

A princípio estava tudo normal bem, pois ela fez a cirurgia, ficou por três anos no Brasil em tratamento e seguiu sua vida naturalmente. Depois, ela retornou aos EUA, para a cidade de Marietta (Geórgia), onde reside. A goiana retomou o seu trabalho como house cleaner.
Mas recentemente, Tatti foi ao no Kennestone Hospital, fazer um check-up de rotina e foi mais uma vez surpreendida. O médico disse que algo estava errado e que ela deveria procurar quem cuidou dela durante o tratamento no Brasil. Como ela não foi aprovada, ainda, para o Medicaid, os médicos não lhe deram muita atenção e nem fizeram todos os exames.

Diante da situação, Tatti não teve escolha a não ser retornar para Goiás e faz novos exames, os quais descobriram que o câncer estava em metástase e já havia se espalhado dos seios para os ossos, fígado e o pâncreas. Também foi descoberto um nódulo do tamanho de um morango no cérebro dela.

Este nódulo é o mais importante a ser combatido. Tatti retornou aos EUA e não conseguiu iniciar o tratamento por que ainda não foi aprovada para o Medicaid. Por isso, ela deve voltar ao Brasil, mais uma vez, para iniciar este tratamento.

Por enquanto, a goana está na casa de Hélio Vianei, um amigo que a acolheu, bem como a sua filha, durante este momento de dificuldade. “Ela é uma pessoa extremamente feliz, companheira, está sempre sorridente. Jamais viraria as costas para ajudá-la”, afirmou ele que também mora em Marietta.

Nos Estados Unidos foi feito apenas uma limpeza nos seios devido ao fato de que os pontos da cirurgia feita no Brasil se romperam em razão de uma infecção provocada pela doença. “Os médicos de Marietta não realizaram um serviço completo devido ao fato dela não ter o plano de saúde. Mesmo assim, Tatti já acumula uma dívida de mais de US$70 mil com os exames e pouco tratamento que fez”, afirma ele.

De acordo com Hélio, na terça-feira, dia 12, ela voltará ao Brasil para iniciar o tratamento para retirada do nódulo. Ele explicou que o governo de Goiás vai bancar parte do tratamento, mas que o restante ficará por conta dela. “Por isso nos, os amigos, decidimos iniciar uma campanha para arrecadar dinheiro e ajudá-la”, disse.

Uma conta foi aberta no site Go Fund Me com o intuito de arrecadar a quantia de US$10 mil e até a tarde desta quinta-feira, dia 07, pouco menos de US$2 mil havia sido doado. “Peço para todos que ajudem, pois Tatti não merece estar passando por isso. Quem a conhece sabe o quanto ela é uma pessoa boa, que está sempre de bem como a vida”, continuou.

DEPOIMENTO DE TATTI

Tatti é uma pessoa que está sempre sorrindo, mesmo diante do problema que enfrenta

A goiana escreveu em sua rede social o seguinte texto explicando o que está acontecendo com ela:

Link para doação da campanha: https://www.gofundme.com/f/help-for-tatti
“No momento não estou hospitalizada. Eu tive câncer de mama e apesar de ter passado por 3 anos de tratamento eu entrei em metástase, ou seja, o câncer espalhou para o cérebro, pâncreas, fígado e osso do quadril e da coluna. No momento estou preparando para reiniciar a luta. Devido ao tratamento ocasionar bastante efeitos colaterais e por causa disso necessitar de constantes idas ao hospital, eu decidi retornar ao Brasil, primeiro por ter plano de saúde, segundo por ter mais pessoas com horários disponíveis para me acompanhar nas internações. Como eu sou extremamente abençoada nas minhas amizades, os meus amigos dos EUA, organizaram uma arrecadação de fundos pensando em me ajudar financeiramente, porque infelizmente eu irei passar um longo período sem trabalhar. Eu agradeço a todos de coração, pelo imenso carinho que vocês têm por mim e pelos meus filhos. Minha gratidão eterna a todos que torcem pela minha recuperação, aos organizadores da campanha (em especial Gabi Jolly, Janine Rahl e Luciana Alves Do Nascimento), a todas as pessoas que compartilharam a minha história e a todas as pessoas que doaram com amor o suado dinheiro conquistado em terras americanas. Gratidão”.

Fonte: Redação - Brazilian Times.

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