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Publicado em 8/07/2024 as 8:00am

Advogado da brasileira que admitiu homicídio pede sua deportação para evitar prisão perpétua em Massachusetts

O destino da mineira de Rio Vermelho, Juscelene Guedes, será decidido no próximo dia 02 de...

O destino da mineira de Rio Vermelho, Juscelene Guedes, será decidido no próximo dia 02 de agosto. Ela é acusada de matar, a facadas, o ex-namorado, Renato Chaves.Se condenada, enfrenta a possibilidade de prisão perpétua.

O julgamento tem gerado intensa expectativa, com o advogado de defesa da ré alegando questões de saúde mental e depressão, buscando sua deportação para o Brasil. No entanto, o pedido foi negado pelo juiz, que reservou o veredito final para a data do julgamento.

A comunidade brasileira e os interessados estão aguardando ansiosamente pelo desfecho deste caso complexo, que envolve não apenas a justiça criminal, mas também questões humanitárias.

O velório de Renato ocorreu no dia 07 de julho, em Falmouth (MA).

 

ENTENDA O CASO

Juscelene Guedes, natural de Rio Vermelho (MG), está enfrentando um grave processo judicial nos Estados Unidos após ser acusada de homicídio pelo assassinato de seu ex-namorado, Renato Chaves, em Barnstable, Massachusetts. O caso ocorreu durante uma tumultuada noite em que a polícia foi chamada para responder a um acidente de carro. No local, encontraram Chaves gravemente ferido por uma facada no peito, dentro de um Ford Fusion. Segundo relatos, uma testemunha identificou Guedes deixando a cena às pressas, o que levou à sua detenção imediata.

A defesa de Juscelene argumenta que ela agiu em legítima defesa, alegando um histórico de violência doméstica por parte de Chaves. Documentos policiais revelaram que Guedes entregou seu celular à polícia, contendo registros de ameaças anteriores feitas pela vítima. A brasileira, de 29 anos, está sob custódia desde o incidente, enfrentando acusações de homicídio e agressão com arma perigosa.

Além das alegações de defesa, a situação de Juscelene é agravada pelo seu status ilegal nos Estados Unidos. Autoridades revelaram que ela vivia de forma irregular no país, o que pode influenciar a determinação do tribunal sobre sua custódia e possível deportação. A comunidade brasileira na região e os observadores do caso aguardam ansiosamente pelo desenrolar do processo, que promete ser complexo e envolver debates sobre justiça criminal e direitos humanos.

Fonte: Da redação

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