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Brasileira é detida por agentes de imigração em aeroporto de Seattle (WA)

Uma brasileira de 36 anos, natural de Sorocaba, no interior de São Paulo, está sob custódia das autoridades de imigração dos Estados Unidos após ser detida no Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma, no estado de…

Publicado em 10/09/26
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Brasileira é detida por agentes de imigração em aeroporto de Seattle (WA)

Uma brasileira de 36 anos, natural de Sorocaba, no interior de São Paulo, está sob custódia das autoridades de imigração dos Estados Unidos após ser detida no Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma, no estado de Washington. Sara de Cassia Alves foi presa pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) no dia 11 de setembro e permanece detida enquanto aguarda o andamento de seu processo migratório.

Sara é casada com o norte-americano Thomas Boudreau e vive na Flórida. Segundo informações repassadas por familiares, o casal havia viajado para Seattle para participar do casamento de um primo quando a brasileira foi abordada pelas autoridades no aeroporto.

Ainda de acordo com a família, a situação estaria relacionada a pendências envolvendo o visto de Sara e um pedido de extensão de permanência nos Estados Unidos associado a vínculo empregatício. Os detalhes do processo migratório e os fundamentos utilizados pelas autoridades para mantê-la sob custódia não foram informados.

Após a detenção, familiares no Brasil e nos Estados Unidos iniciaram campanhas de arrecadação para ajudar a pagar despesas jurídicas e uma eventual fiança. As estimativas divulgadas pela família variam entre R$ 36 mil e R$ 103,4 mil, dependendo dos custos do processo e do valor que venha a ser determinado pelas autoridades.

Familiares também relatam preocupação com as condições enfrentadas por Sara durante a detenção. Segundo eles, a brasileira está em uma unidade onde permanecem dezenas de outras mulheres e teria relatado dificuldades relacionadas ao acesso a alimentos, água potável e comunicação com pessoas fora do centro de detenção. As ligações telefônicas, conforme o relato da família, dependem da disponibilidade de recursos depositados em uma conta utilizada pelas detentas.

Essas alegações sobre as condições de custódia são atribuídas aos familiares e não foram confirmadas de forma independente.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, por meio da rede consular, foi acionado para acompanhar a situação e prestar assistência consular à brasileira.

Enquanto aguarda a audiência, a família tenta ampliar a arrecadação de recursos para garantir a defesa jurídica de Sara e acompanha os desdobramentos do processo migratório nos Estados Unidos.

Fonte: Da redação

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