Publicado em 4/08/2011 as 12:00am

Bovespa cai 5,72%, maior queda desde novembro de 2008

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em baixa pelo terceiro dia seguido nesta quinta-feira (4). O Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) caiu 5,72%, a 52.811,36 pontos.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em baixa pelo terceiro dia seguido nesta quinta-feira (4). O Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) caiu 5,72%, a 52.811,36 pontos.

É a maior queda percentual diária desde 21 de novembro de 2008, quando caiu 6,45%. O valor de fechamento é o menor desde 17 de julho de 2009, quando fechou em 52.072,49 pontos.

No ano, a bolsa acumula prejuízo de 23,80%.

A Bolsa chegou a cair mais de 6% durante o dia de hoje, refletindo a forte baixa nos mercados internacionais, com a continuidade da aversão a risco por causa do medo de uma estagnação do crescimento global.

Bolsa pára automaticamente se cair 10%

A Bovespa tem uma ferramenta chamada "Circuit Breaker", também usada em outros mercados no mundo, que entra em ação para amortecer movimentos bruscos das ações.

Se o índice Ibovespa cair 10%, o instrumento é acionado automaticamente, e os negócios são paralisados por 30 minutos. A Bovespa define o instrumento como "proteção à volatilidade excessiva em momentos atípicos de mercado".

Ações

O giro financeiro do pregão foi de R$ 9,7 bilhões, acima da média de cerca de R$ 6,3 bilhões no ano.

A venda foi generalizada neste pregão, com apenas duas ações do Ibovespa em alta: a produtora de carnes JBS (JBSS3) e a de celulose Klabin (KLBN3).

As principais empresas do mercado brasileiro apanharam, com queda de 5,39% da ação preferencial da Vale (VALE5) a R$ 41,26, e de 7,36% do papel PN da Petrobras (PETR4), a R$ 20,65.

A mineradora MMX (MMXM3), de Eike Batista, teve a maior desvalorização, 16%, a R$ 6,11.

Dólar tem maior alta desde maio de 2010

O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira (4). A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 1,589 para venda, com alta de 1,76%, acelerando a valorização no fim do dia.

Foi a maior alta percentual diária desde 6 de maio do ano passado, com 2,95%, e a maior cotação de fechamento desde 27 de junho deste ano, quando ficou em R$ 1,596.

Forte baixa nos mercados dos EUA

O cenário também foi de forte baixa nos Estados Unidos. O índice Dow Jones recuou 4,31%, a 11.383,68 pontos. O Standard & Poor's 500 cedeu 4,78%, a 1.200,07 pontos. Já o Nasdaq teve desvalorização de 5,08%, a 2.556,39 pontos.

Bolsas internacionais também despencam

As preocupações com o crescimento econômico global e com as dívidas dos Estados Unidos e da Europa derrubaram, pelo segundo dia seguido, as Bolsas da Ásia e da Europa.

Mercado não arrisca calcular "fundo do poço"

Indicadores gráficos mostram que o Ibovespa pode se recuperar, ao menos momentaneamente. O índice de força relativa das ações brasileiras, que mede se o mercado comprou ou vendeu ações em excesso, caiu ao menor nível desde os ataques de 11 de setembro de 2001, mostrando uma tensão nas vendas maior até do que na última crise, em 2008.

"Daria algum espaço pelo menos para um repique momentâneo", disse o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, apontando para o relatório de emprego dos Estados Unidos, na sexta-feira, como uma possível oportunidade.

"Mas o contrário é válido também. Se tiver um 'payroll' (criação de empregos) muito feio amanhã, esquece qualquer métrica, porque o mercado deve reagir violentamente", afirmou.

A volatilidade é tão intensa que operadores e analistas evitam afirmam calcular até onde o Ibovespa poderia cair. Os últimos níveis de suporte a 58 mil e 55 mil pontos, considerados "importantes", foram pulverizados rapidamente.

"Eu acho que ainda não chegamos ao fundo. Embora seja difícil tentar saber onde é esse fundo, o mercado vive um momento de total irracionalidade e aversão ao risco", afirmou o sócio-diretor da corretora InTrader, José Simão Júnior.

(Com informações de Reuters, Efe e Valor)

mercados internacionais, com a continuidade da aversão a risco por causa do medo de uma estagnação do crescimento global.

Bolsa pára automaticamente se cair 10%

A Bovespa tem uma ferramenta chamada "Circuit Breaker", também usada em outros mercados no mundo, que entra em ação para amortecer movimentos bruscos das ações.

Se o índice Ibovespa cair 10%, o instrumento é acionado automaticamente, e os negócios são paralisados por 30 minutos. A Bovespa define o instrumento como "proteção à volatilidade excessiva em momentos atípicos de mercado".

Ações

O giro financeiro do pregão foi de R$ 9,7 bilhões, acima da média de cerca de R$ 6,3 bilhões no ano.

A venda foi generalizada neste pregão, com apenas duas ações do Ibovespa em alta: a produtora de carnes JBS (JBSS3) e a de celulose Klabin (KLBN3).

As principais empresas do mercado brasileiro apanharam, com queda de 5,39% da ação preferencial da Vale (VALE5) a R$ 41,26, e de 7,36% do papel PN da Petrobras (PETR4), a R$ 20,65.

A mineradora MMX (MMXM3), de Eike Batista, teve a maior desvalorização, 16%, a R$ 6,11.

Dólar tem maior alta desde maio de 2010

O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira (4). A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 1,589 para venda, com alta de 1,76%, acelerando a valorização no fim do dia.

Foi a maior alta percentual diária desde 6 de maio do ano passado, com 2,95%, e a maior cotação de fechamento desde 27 de junho deste ano, quando ficou em R$ 1,596.

Forte baixa nos mercados dos EUA

O cenário também foi de forte baixa nos Estados Unidos. O índice Dow Jones recuou 4,31%, a 11.383,68 pontos. O Standard & Poor's 500 cedeu 4,78%, a 1.200,07 pontos. Já o Nasdaq teve desvalorização de 5,08%, a 2.556,39 pontos.

Bolsas internacionais também despencam

As preocupações com o crescimento econômico global e com as dívidas dos Estados Unidos e da Europa derrubaram, pelo segundo dia seguido, as Bolsas da Ásia e da Europa.

Mercado não arrisca calcular "fundo do poço"

Indicadores gráficos mostram que o Ibovespa pode se recuperar, ao menos momentaneamente. O índice de força relativa das ações brasileiras, que mede se o mercado comprou ou vendeu ações em excesso, caiu ao menor nível desde os ataques de 11 de setembro de 2001, mostrando uma tensão nas vendas maior até do que na última crise, em 2008.

"Daria algum espaço pelo menos para um repique momentâneo", disse o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, apontando para o relatório de emprego dos Estados Unidos, na sexta-feira, como uma possível oportunidade.

"Mas o contrário é válido também. Se tiver um 'payroll' (criação de empregos) muito feio amanhã, esquece qualquer métrica, porque o mercado deve reagir violentamente", afirmou.

A volatilidade é tão intensa que operadores e analistas evitam afirmam calcular até onde o Ibovespa poderia cair. Os últimos níveis de suporte a 58 mil e 55 mil pontos, considerados "importantes", foram pulverizados rapidamente.

"Eu acho que ainda não chegamos ao fundo. Embora seja difícil tentar saber onde é esse fundo, o mercado vive um momento de total irracionalidade e aversão ao risco", afirmou o sócio-diretor da corretora InTrader, José Simão Júnior.

(Com informações de Reuters, Efe e Valor)

JBS (JBSS3) e a de celulose Klabin (KLBN3).

As principais empresas do mercado brasileiro apanharam, com queda de 5,39% da ação preferencial da Vale (VALE5) a R$ 41,26, e de 7,36% do papel PN da Petrobras (PETR4), a R$ 20,65.

A mineradora MMX (MMXM3), de Eike Batista, teve a maior desvalorização, 16%, a R$ 6,11.

Dólar tem maior alta desde maio de 2010

O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira (4). A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 1,589 para venda, com alta de 1,76%, acelerando a valorização no fim do dia.

Foi a maior alta percentual diária desde 6 de maio do ano passado, com 2,95%, e a maior cotação de fechamento desde 27 de junho deste ano, quando ficou em R$ 1,596.

Forte baixa nos mercados dos EUA

O cenário também foi de forte baixa nos Estados Unidos. O índice Dow Jones recuou 4,31%, a 11.383,68 pontos. O Standard & Poor's 500 cedeu 4,78%, a 1.200,07 pontos. Já o Nasdaq teve desvalorização de 5,08%, a 2.556,39 pontos.

Bolsas internacionais também despencam

As preocupações com o crescimento econômico global e com as dívidas dos Estados Unidos e da Europa derrubaram, pelo segundo dia seguido, as Bolsas da Ásia e da Europa.

Mercado não arrisca calcular "fundo do poço"

Indicadores gráficos mostram que o Ibovespa pode se recuperar, ao menos momentaneamente. O índice de força relativa das ações brasileiras, que mede se o mercado comprou ou vendeu ações em excesso, caiu ao menor nível desde os ataques de 11 de setembro de 2001, mostrando uma tensão nas vendas maior até do que na última crise, em 2008.

"Daria algum espaço pelo menos para um repique momentâneo", disse o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, apontando para o relatório de emprego dos Estados Unidos, na sexta-feira, como uma possível oportunidade.

"Mas o contrário é válido também. Se tiver um 'payroll' (criação de empregos) muito feio amanhã, esquece qualquer métrica, porque o mercado deve reagir violentamente", afirmou.

A volatilidade é tão intensa que operadores e analistas evitam afirmam calcular até onde o Ibovespa poderia cair. Os últimos níveis de suporte a 58 mil e 55 mil pontos, considerados "importantes", foram pulverizados rapidamente.

"Eu acho que ainda não chegamos ao fundo. Embora seja difícil tentar saber onde é esse fundo, o mercado vive um momento de total irracionalidade e aversão ao risco", afirmou o sócio-diretor da corretora InTrader, José Simão Júnior.

(Com informações de Reuters, Efe e Valor)

Vale (VALE5) a R$ 41,26, e de 7,36% do papel PN da Petrobras (PETR4), a R$ 20,65.

A mineradora MMX (MMXM3), de Eike Batista, teve a maior desvalorização, 16%, a R$ 6,11.

Dólar tem maior alta desde maio de 2010

O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira (4). A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 1,589 para venda, com alta de 1,76%, acelerando a valorização no fim do dia.

Foi a maior alta percentual diária desde 6 de maio do ano passado, com 2,95%, e a maior cotação de fechamento desde 27 de junho deste ano, quando ficou em R$ 1,596.

Forte baixa nos mercados dos EUA

O cenário também foi de forte baixa nos Estados Unidos. O índice Dow Jones recuou 4,31%, a 11.383,68 pontos. O Standard & Poor's 500 cedeu 4,78%, a 1.200,07 pontos. Já o Nasdaq teve desvalorização de 5,08%, a 2.556,39 pontos.

Bolsas internacionais também despencam

As preocupações com o crescimento econômico global e com as dívidas dos Estados Unidos e da Europa derrubaram, pelo segundo dia seguido, as Bolsas da Ásia e da Europa.

Mercado não arrisca calcular "fundo do poço"

Indicadores gráficos mostram que o Ibovespa pode se recuperar, ao menos momentaneamente. O índice de força relativa das ações brasileiras, que mede se o mercado comprou ou vendeu ações em excesso, caiu ao menor nível desde os ataques de 11 de setembro de 2001, mostrando uma tensão nas vendas maior até do que na última crise, em 2008.

"Daria algum espaço pelo menos para um repique momentâneo", disse o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, apontando para o relatório de emprego dos Estados Unidos, na sexta-feira, como uma possível oportunidade.

"Mas o contrário é válido também. Se tiver um 'payroll' (criação de empregos) muito feio amanhã, esquece qualquer métrica, porque o mercado deve reagir violentamente", afirmou.

A volatilidade é tão intensa que operadores e analistas evitam afirmam calcular até onde o Ibovespa poderia cair. Os últimos níveis de suporte a 58 mil e 55 mil pontos, considerados "importantes", foram pulverizados rapidamente.

"Eu acho que ainda não chegamos ao fundo. Embora seja difícil tentar saber onde é esse fundo, o mercado vive um momento de total irracionalidade e aversão ao risco", afirmou o sócio-diretor da corretora InTrader, José Simão Júnior.

(Com informações de Reuters, Efe e Valor)

MMX (MMXM3), de Eike Batista, teve a maior desvalorização, 16%, a R$ 6,11.

Dólar tem maior alta desde maio de 2010

O dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira (4). A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 1,589 para venda, com alta de 1,76%, acelerando a valorização no fim do dia.

Foi a maior alta percentual diária desde 6 de maio do ano passado, com 2,95%, e a maior cotação de fechamento desde 27 de junho deste ano, quando ficou em R$ 1,596.

Forte baixa nos mercados dos EUA

O cenário também foi de forte baixa nos Estados Unidos. O índice Dow Jones recuou 4,31%, a 11.383,68 pontos. O Standard & Poor's 500 cedeu 4,78%, a 1.200,07 pontos. Já o Nasdaq teve desvalorização de 5,08%, a 2.556,39 pontos.

Bolsas internacionais também despencam

As preocupações com o crescimento econômico global e com as dívidas dos Estados Unidos e da Europa derrubaram, pelo segundo dia seguido, as Bolsas da Ásia e da Europa.

Mercado não arrisca calcular "fundo do poço"

Indicadores gráficos mostram que o Ibovespa pode se recuperar, ao menos momentaneamente. O índice de força relativa das ações brasileiras, que mede se o mercado comprou ou vendeu ações em excesso, caiu ao menor nível desde os ataques de 11 de setembro de 2001, mostrando uma tensão nas vendas maior até do que na última crise, em 2008.

"Daria algum espaço pelo menos para um repique momentâneo", disse o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, apontando para o relatório de emprego dos Estados Unidos, na sexta-feira, como uma possível oportunidade.

"Mas o contrário é válido também. Se tiver um 'payroll' (criação de empregos) muito feio amanhã, esquece qualquer métrica, porque o mercado deve reagir violentamente", afirmou.

A volatilidade é tão intensa que operadores e analistas evitam afirmam calcular até onde o Ibovespa poderia cair. Os últimos níveis de suporte a 58 mil e 55 mil pontos, considerados "importantes", foram pulverizados rapidamente.

"Eu acho que ainda não chegamos ao fundo. Embora seja difícil tentar saber onde é esse fundo, o mercado vive um momento de total irracionalidade e aversão ao risco", afirmou o sócio-diretor da corretora InTrader, José Simão Júnior.

(Com informações de Reuters, Efe e Valor)

dólar comercial fechou em alta nesta quinta-feira (4). A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 1,589 para venda, com alta de 1,76%, acelerando a valorização no fim do dia.

Foi a maior alta percentual diária desde 6 de maio do ano passado, com 2,95%, e a maior cotação de fechamento desde 27 de junho deste ano, quando ficou em R$ 1,596.

Forte baixa nos mercados dos EUA

O cenário também foi de forte baixa nos Estados Unidos. O índice Dow Jones recuou 4,31%, a 11.383,68 pontos. O Standard & Poor's 500 cedeu 4,78%, a 1.200,07 pontos. Já o Nasdaq teve desvalorização de 5,08%, a 2.556,39 pontos.

Bolsas internacionais também despencam

As preocupações com o crescimento econômico global e com as dívidas dos Estados Unidos e da Europa derrubaram, pelo segundo dia seguido, as Bolsas da Ásia e da Europa.

Mercado não arrisca calcular "fundo do poço"

Indicadores gráficos mostram que o Ibovespa pode se recuperar, ao menos momentaneamente. O índice de força relativa das ações brasileiras, que mede se o mercado comprou ou vendeu ações em excesso, caiu ao menor nível desde os ataques de 11 de setembro de 2001, mostrando uma tensão nas vendas maior até do que na última crise, em 2008.

"Daria algum espaço pelo menos para um repique momentâneo", disse o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, apontando para o relatório de emprego dos Estados Unidos, na sexta-feira, como uma possível oportunidade.

"Mas o contrário é válido também. Se tiver um 'payroll' (criação de empregos) muito feio amanhã, esquece qualquer métrica, porque o mercado deve reagir violentamente", afirmou.

A volatilidade é tão intensa que operadores e analistas evitam afirmam calcular até onde o Ibovespa poderia cair. Os últimos níveis de suporte a 58 mil e 55 mil pontos, considerados "importantes", foram pulverizados rapidamente.

"Eu acho que ainda não chegamos ao fundo. Embora seja difícil tentar saber onde é esse fundo, o mercado vive um momento de total irracionalidade e aversão ao risco", afirmou o sócio-diretor da corretora InTrader, José Simão Júnior.

(Com informações de Reuters, Efe e Valor)

Bolsas da Ásia e da Europa.

Mercado não arrisca calcular "fundo do poço"

Indicadores gráficos mostram que o Ibovespa pode se recuperar, ao menos momentaneamente. O índice de força relativa das ações brasileiras, que mede se o mercado comprou ou vendeu ações em excesso, caiu ao menor nível desde os ataques de 11 de setembro de 2001, mostrando uma tensão nas vendas maior até do que na última crise, em 2008.

"Daria algum espaço pelo menos para um repique momentâneo", disse o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, apontando para o relatório de emprego dos Estados Unidos, na sexta-feira, como uma possível oportunidade.

"Mas o contrário é válido também. Se tiver um 'payroll' (criação de empregos) muito feio amanhã, esquece qualquer métrica, porque o mercado deve reagir violentamente", afirmou.

A volatilidade é tão intensa que operadores e analistas evitam afirmam calcular até onde o Ibovespa poderia cair. Os últimos níveis de suporte a 58 mil e 55 mil pontos, considerados "importantes", foram pulverizados rapidamente.

"Eu acho que ainda não chegamos ao fundo. Embora seja difícil tentar saber onde é esse fundo, o mercado vive um momento de total irracionalidade e aversão ao risco", afirmou o sócio-diretor da corretora InTrader, José Simão Júnior.

(Com informações de Reuters, Efe e Valor)

Fonte: UOL.COM.BR