Publicado em 14/08/2011 as 12:00am

Vale e Petrobras lideram recomendações em carteiras para o mês de agosto

As principais blue chips negociadas na Bolsa brasileira seguem como as ações mais citadas nas carteiras recomendadas por bancos e corretoras em 2011. Assim como nos outros meses do ano, os papéis preferenciais classe A da Vale (VALE5) foram os mais recome

As principais blue chips negociadas na Bolsa brasileira seguem como as ações mais citadas nas carteiras recomendadas por bancos e corretoras em 2011. Assim como nos outros meses do ano, os papéis preferenciais classe A da Vale (VALE5) foram os mais recomendados em agosto, sendo citados em 20 dos 35 portfólios monitorados pela InfoMoney - em julho, essas ações foram vistas em 24 das 37 carteiras compiladas.

A segunda posição foi mantida pelos papéis PN Petrobras (PETR4), recebendo 17 recomendações em agosto, a mesma quantidade em relação ao mês de julho. Em terceiro lugar aparecem as ações preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4), que apesar de terem perdido cinco recomendações em relação ao mês anterior, conseguiram manter o último degrau do pódio. Contudo, nesse mês, ela diividiu a colocação com a Randon (RAPT4), que também obteve as mesmas 11 recomendações no período.

Ao todo, 35 carteiras de bancos e corretoras foram utilizadas para este levantamento. Os portfólios selecionados foram: Amaril Franklin, Ativa, BB Investimentos, Bradesco (2 carteiras), BTG Pactual, Citigroup, Coinvalores, Credit Suisse, Fator (2 carteiras), Geração Futuro, Geral, Gradual, HSBC, Itaú Top 5, Link, Magliano (2 carteiras), Omar Camargo (2 carteiras), PAX, Planner, SLW (3 carteiras), Socopa, Souza Barros, Spinelli, TOV, Um Investimentos, Walpires, Win Trade e XP (2 carteiras).

Entre todas as carteiras publicadas pela InfoMoney em agosto, nesta compilação apenas não foram considerados os portfólios com sugestões de ações que tenham perspectiva de pagamento de proventos.

Vale: boas expectativas para o 2S11
Com 20 recomendações em carteiras no mês de agosto, ante as 24 no mês anterior, a Vale continua no topo das mais recomendadas, com os investidores considerando os bons resultados da companhia no segundo trimestre de 2011. Com novos recordes de lucro líquido e em outros indicadores operacionais, a expectativa para o segundo semestre de 2011 garantiu as recomendações da companhia.


Com 20 recomendações em carteiras no mês de agosto, ante as 24 no mês anterior, a Vale continua no topo das mais recomendadas, com os investidores considerando os bons resultados da companhia no segundo trimestre de 2011. Com novos recordes de lucro líquido e em outros indicadores operacionais, a expectativa para o segundo semestre de 2011 garantiu as recomendações da companhia.

Além disso, a manutenção dos preços de referência para reajuste do minério de ferro no 3T11 em patamares elevados como os praticados no segundo trimestre do ano, alinhado à alta da commodity no mês, que avançou de aproximadamente US$ 167 toneladas em junho para US$ 175,5 toneladas em junho, contribuíram para que a empresa continuasse a ser considerada atrativa.

"Ressaltamos ainda o papel da China, que obteve crescimento de 9,5% do PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre sobre igual período de 2010, com destaque para o consumo interno, mostrando que a demanda doméstica continua bem, apesar do aperto monetário", explica a equipe de análise da Ativa Corretora.

Vale mencionar que, embora a ação VALE5 tenha recebido três votos a menos do que em julho, os ativos ordinários da mineradora (VALE3) tiveram uma recomendação a mais nesse mês de agosto, somando no total 4 votos. Com isso, as duas ações da companhia totalizaram 25 recomendações, ante 27 vistas no mês passado.

Petrobras: Plano de Investimentos anima investidores
Um dos principais destaques da Petrobras durante o mês de julho foi a divulgação de seu Plano de Investimentos para o período de 2011 a 2015. Para a equipe de análise da Citi Corretora, o fato de o plano estar mais focado em segmentos mais rentáveis para a companhia, contribuiu para a visão positiva dos analistas sobre o desempenho da companhia.


Um dos principais destaques da Petrobras durante o mês de julho foi a divulgação de seu Plano de Investimentos para o período de 2011 a 2015. Para a equipe de análise da Citi Corretora, o fato de o plano estar mais focado em segmentos mais rentáveis para a companhia, contribuiu para a visão positiva dos analistas sobre o desempenho da companhia.

Vale ressaltar que a estatal deverá publicar os seus números referentes ao segundo trimestre de 2011 na próxima segunda-feira, dia 15 de agosto. Na opinião do analista Gustavo Hon, da Um investimentos, a divulgação poderá gerar volatilidade no curto prazo. Contudo, esse segue confiante com as estimativas acerca da companhia.

"Ademais, mantemos o nosso case de investimento para a companhia. Continuamos confiantes no potencial de desenvolvimento das operações no pré-sal alinhado aos últimos anúncios de descobertas de poços", completa o analista.

Apesar de perder espaço, Itaú Unibanco mantém colocação
Apesar de ter mantido a classificação,o Itaú Unibanco teve cinco recomendações a menos em relação ao mês anterior, quando as ações da companhia foram citadas em 24 carteiras. Com isso, ela agora divide o último degrau do pódio com a Randon (RAPT4), que mais uma vez foi a small cap mais vista nas carteiras recomendadas.


Apesar de ter mantido a classificação,o Itaú Unibanco teve cinco recomendações a menos em relação ao mês anterior, quando as ações da companhia foram citadas em 24 carteiras. Com isso, ela agora divide o último degrau do pódio com a Randon (RAPT4), que mais uma vez foi a small cap mais vista nas carteiras recomendadas.

A redução no número de recomendações para ITUB4 mostrou certa mudança de preferência dentro do setor financeiro por parte dos analistas.

Segundo a equipe do Credit Suisse, embora o Itaú permanece com um cenário bastante favorável, as preocupações em relação à lenta recuperação de suas margens e o leve crescimento do PDD (provisão para devedores duvidosos) fizeram que os analistas dessem preferência pelos papéis do Bradesco, que possui um perfil mais defensivo em cenário de maior inadimplência e de aceleração inflacionária.

No início do mês de agosto, a companhia divulgou os seus resultados referentes ao segundo trimestre no de 2011. Os números não agradaram os investidores, fazendo com que os papéis da companhia registrassem fortes perdas após a divulgação do balanço.

VALE5) foram os mais recomendados em agosto, sendo citados em 20 dos 35 portfólios monitorados pela InfoMoney - em julho, essas ações foram vistas em 24 das 37 carteiras compiladas.

A segunda posição foi mantida pelos papéis PN Petrobras (PETR4), recebendo 17 recomendações em agosto, a mesma quantidade em relação ao mês de julho. Em terceiro lugar aparecem as ações preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4), que apesar de terem perdido cinco recomendações em relação ao mês anterior, conseguiram manter o último degrau do pódio. Contudo, nesse mês, ela diividiu a colocação com a Randon (RAPT4), que também obteve as mesmas 11 recomendações no período.

Ao todo, 35 carteiras de bancos e corretoras foram utilizadas para este levantamento. Os portfólios selecionados foram: Amaril Franklin, Ativa, BB Investimentos, Bradesco (2 carteiras), BTG Pactual, Citigroup, Coinvalores, Credit Suisse, Fator (2 carteiras), Geração Futuro, Geral, Gradual, HSBC, Itaú Top 5, Link, Magliano (2 carteiras), Omar Camargo (2 carteiras), PAX, Planner, SLW (3 carteiras), Socopa, Souza Barros, Spinelli, TOV, Um Investimentos, Walpires, Win Trade e XP (2 carteiras).

Entre todas as carteiras publicadas pela InfoMoney em agosto, nesta compilação apenas não foram considerados os portfólios com sugestões de ações que tenham perspectiva de pagamento de proventos.

Vale: boas expectativas para o 2S11
Com 20 recomendações em carteiras no mês de agosto, ante as 24 no mês anterior, a Vale continua no topo das mais recomendadas, com os investidores considerando os bons resultados da companhia no segundo trimestre de 2011. Com novos recordes de lucro líquido e em outros indicadores operacionais, a expectativa para o segundo semestre de 2011 garantiu as recomendações da companhia.


Com 20 recomendações em carteiras no mês de agosto, ante as 24 no mês anterior, a Vale continua no topo das mais recomendadas, com os investidores considerando os bons resultados da companhia no segundo trimestre de 2011. Com novos recordes de lucro líquido e em outros indicadores operacionais, a expectativa para o segundo semestre de 2011 garantiu as recomendações da companhia.

Além disso, a manutenção dos preços de referência para reajuste do minério de ferro no 3T11 em patamares elevados como os praticados no segundo trimestre do ano, alinhado à alta da commodity no mês, que avançou de aproximadamente US$ 167 toneladas em junho para US$ 175,5 toneladas em junho, contribuíram para que a empresa continuasse a ser considerada atrativa.

"Ressaltamos ainda o papel da China, que obteve crescimento de 9,5% do PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre sobre igual período de 2010, com destaque para o consumo interno, mostrando que a demanda doméstica continua bem, apesar do aperto monetário", explica a equipe de análise da Ativa Corretora.

Vale mencionar que, embora a ação VALE5 tenha recebido três votos a menos do que em julho, os ativos ordinários da mineradora (VALE3) tiveram uma recomendação a mais nesse mês de agosto, somando no total 4 votos. Com isso, as duas ações da companhia totalizaram 25 recomendações, ante 27 vistas no mês passado.

Petrobras: Plano de Investimentos anima investidores
Um dos principais destaques da Petrobras durante o mês de julho foi a divulgação de seu Plano de Investimentos para o período de 2011 a 2015. Para a equipe de análise da Citi Corretora, o fato de o plano estar mais focado em segmentos mais rentáveis para a companhia, contribuiu para a visão positiva dos analistas sobre o desempenho da companhia.


Um dos principais destaques da Petrobras durante o mês de julho foi a divulgação de seu Plano de Investimentos para o período de 2011 a 2015. Para a equipe de análise da Citi Corretora, o fato de o plano estar mais focado em segmentos mais rentáveis para a companhia, contribuiu para a visão positiva dos analistas sobre o desempenho da companhia.

Vale ressaltar que a estatal deverá publicar os seus números referentes ao segundo trimestre de 2011 na próxima segunda-feira, dia 15 de agosto. Na opinião do analista Gustavo Hon, da Um investimentos, a divulgação poderá gerar volatilidade no curto prazo. Contudo, esse segue confiante com as estimativas acerca da companhia.

"Ademais, mantemos o nosso case de investimento para a companhia. Continuamos confiantes no potencial de desenvolvimento das operações no pré-sal alinhado aos últimos anúncios de descobertas de poços", completa o analista.

Apesar de perder espaço, Itaú Unibanco mantém colocação
Apesar de ter mantido a classificação,o Itaú Unibanco teve cinco recomendações a menos em relação ao mês anterior, quando as ações da companhia foram citadas em 24 carteiras. Com isso, ela agora divide o último degrau do pódio com a Randon (RAPT4), que mais uma vez foi a small cap mais vista nas carteiras recomendadas.


Apesar de ter mantido a classificação,o Itaú Unibanco teve cinco recomendações a menos em relação ao mês anterior, quando as ações da companhia foram citadas em 24 carteiras. Com isso, ela agora divide o último degrau do pódio com a Randon (RAPT4), que mais uma vez foi a small cap mais vista nas carteiras recomendadas.

A redução no número de recomendações para ITUB4 mostrou certa mudança de preferência dentro do setor financeiro por parte dos analistas.

Segundo a equipe do Credit Suisse, embora o Itaú permanece com um cenário bastante favorável, as preocupações em relação à lenta recuperação de suas margens e o leve crescimento do PDD (provisão para devedores duvidosos) fizeram que os analistas dessem preferência pelos papéis do Bradesco, que possui um perfil mais defensivo em cenário de maior inadimplência e de aceleração inflacionária.

No início do mês de agosto, a companhia divulgou os seus resultados referentes ao segundo trimestre no de 2011. Os números não agradaram os investidores, fazendo com que os papéis da companhia registrassem fortes perdas após a divulgação do balanço.

PETR4), recebendo 17 recomendações em agosto, a mesma quantidade em relação ao mês de julho. Em terceiro lugar aparecem as ações preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4), que apesar de terem perdido cinco recomendações em relação ao mês anterior, conseguiram manter o último degrau do pódio. Contudo, nesse mês, ela diividiu a colocação com a Randon (RAPT4), que também obteve as mesmas 11 recomendações no período.

Ao todo, 35 carteiras de bancos e corretoras foram utilizadas para este levantamento. Os portfólios selecionados foram: Amaril Franklin, Ativa, BB Investimentos, Bradesco (2 carteiras), BTG Pactual, Citigroup, Coinvalores, Credit Suisse, Fator (2 carteiras), Geração Futuro, Geral, Gradual, HSBC, Itaú Top 5, Link, Magliano (2 carteiras), Omar Camargo (2 carteiras), PAX, Planner, SLW (3 carteiras), Socopa, Souza Barros, Spinelli, TOV, Um Investimentos, Walpires, Win Trade e XP (2 carteiras).

Entre todas as carteiras publicadas pela InfoMoney em agosto, nesta compilação apenas não foram considerados os portfólios com sugestões de ações que tenham perspectiva de pagamento de proventos.

Vale: boas expectativas para o 2S11
Com 20 recomendações em carteiras no mês de agosto, ante as 24 no mês anterior, a Vale continua no topo das mais recomendadas, com os investidores considerando os bons resultados da companhia no segundo trimestre de 2011. Com novos recordes de lucro líquido e em outros indicadores operacionais, a expectativa para o segundo semestre de 2011 garantiu as recomendações da companhia.


Com 20 recomendações em carteiras no mês de agosto, ante as 24 no mês anterior, a Vale continua no topo das mais recomendadas, com os investidores considerando os bons resultados da companhia no segundo trimestre de 2011. Com novos recordes de lucro líquido e em outros indicadores operacionais, a expectativa para o segundo semestre de 2011 garantiu as recomendações da companhia.

Além disso, a manutenção dos preços de referência para reajuste do minério de ferro no 3T11 em patamares elevados como os praticados no segundo trimestre do ano, alinhado à alta da commodity no mês, que avançou de aproximadamente US$ 167 toneladas em junho para US$ 175,5 toneladas em junho, contribuíram para que a empresa continuasse a ser considerada atrativa.

"Ressaltamos ainda o papel da China, que obteve crescimento de 9,5% do PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre sobre igual período de 2010, com destaque para o consumo interno, mostrando que a demanda doméstica continua bem, apesar do aperto monetário", explica a equipe de análise da Ativa Corretora.

Vale mencionar que, embora a ação VALE5 tenha recebido três votos a menos do que em julho, os ativos ordinários da mineradora (VALE3) tiveram uma recomendação a mais nesse mês de agosto, somando no total 4 votos. Com isso, as duas ações da companhia totalizaram 25 recomendações, ante 27 vistas no mês passado.

Petrobras: Plano de Investimentos anima investidores
Um dos principais destaques da Petrobras durante o mês de julho foi a divulgação de seu Plano de Investimentos para o período de 2011 a 2015. Para a equipe de análise da Citi Corretora, o fato de o plano estar mais focado em segmentos mais rentáveis para a companhia, contribuiu para a visão positiva dos analistas sobre o desempenho da companhia.


Um dos principais destaques da Petrobras durante o mês de julho foi a divulgação de seu Plano de Investimentos para o período de 2011 a 2015. Para a equipe de análise da Citi Corretora, o fato de o plano estar mais focado em segmentos mais rentáveis para a companhia, contribuiu para a visão positiva dos analistas sobre o desempenho da companhia.

Vale ressaltar que a estatal deverá publicar os seus números referentes ao segundo trimestre de 2011 na próxima segunda-feira, dia 15 de agosto. Na opinião do analista Gustavo Hon, da Um investimentos, a divulgação poderá gerar volatilidade no curto prazo. Contudo, esse segue confiante com as estimativas acerca da companhia.

"Ademais, mantemos o nosso case de investimento para a companhia. Continuamos confiantes no potencial de desenvolvimento das operações no pré-sal alinhado aos últimos anúncios de descobertas de poços", completa o analista.

Apesar de perder espaço, Itaú Unibanco mantém colocação
Apesar de ter mantido a classificação,o Itaú Unibanco teve cinco recomendações a menos em relação ao mês anterior, quando as ações da companhia foram citadas em 24 carteiras. Com isso, ela agora divide o último degrau do pódio com a Randon (RAPT4), que mais uma vez foi a small cap mais vista nas carteiras recomendadas.


Apesar de ter mantido a classificação,o Itaú Unibanco teve cinco recomendações a menos em relação ao mês anterior, quando as ações da companhia foram citadas em 24 carteiras. Com isso, ela agora divide o último degrau do pódio com a Randon (RAPT4), que mais uma vez foi a small cap mais vista nas carteiras recomendadas.

A redução no número de recomendações para ITUB4 mostrou certa mudança de preferência dentro do setor financeiro por parte dos analistas.

Segundo a equipe do Credit Suisse, embora o Itaú permanece com um cenário bastante favorável, as preocupações em relação à lenta recuperação de suas margens e o leve crescimento do PDD (provisão para devedores duvidosos) fizeram que os analistas dessem preferência pelos papéis do Bradesco, que possui um perfil mais defensivo em cenário de maior inadimplência e de aceleração inflacionária.

No início do mês de agosto, a companhia divulgou os seus resultados referentes ao segundo trimestre no de 2011. Os números não agradaram os investidores, fazendo com que os papéis da companhia registrassem fortes perdas após a divulgação do balanço.

ITUB4 mostrou certa mudança de preferência dentro do setor financeiro por parte dos analistas.

Segundo a equipe do Credit Suisse, embora o Itaú permanece com um cenário bastante favorável, as preocupações em relação à lenta recuperação de suas margens e o leve crescimento do PDD (provisão para devedores duvidosos) fizeram que os analistas dessem preferência pelos papéis do Bradesco, que possui um perfil mais defensivo em cenário de maior inadimplência e de aceleração inflacionária.

No início do mês de agosto, a companhia divulgou os seus resultados referentes ao segundo trimestre no de 2011. Os números não agradaram os investidores, fazendo com que os papéis da companhia registrassem fortes perdas após a divulgação do balanço.

Fonte: UOL.COM.BR