Publicado em 6/12/2011 as 12:00am

Para Mantega, estagnação da economia no 3º trimestre é temporária

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, procurou mostrar otimismo nesta terça-feira (6) com a economia brasileira, dizendo que a estagnação resgistrada no terceiro trimestre é passageira e que os últimos meses do ano mostrarão aceleração.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, procurou mostrar otimismo nesta terça-feira (6) com a economia brasileira, dizendo que a estagnação resgistrada no terceiro trimestre é passageira e que os últimos meses do ano mostrarão aceleração.

Nesta manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Produto Interno Bruto (PIB) teve crescimento zero no terceiro trimestre na comparação com o segundo, com a primeira queda no consumo das famílias em quase três anos.

Mantega afirmou ainda que o governo tem mais mecanismos para estimular mais o consumo interno visando um crescimento entre 4% e 5% em 2012. Ele disse que, no momento, não há medidas que o governo esteja avaliando e que não há estudos para aumentar o capital de bancos a fim de elevar a oferta de crédito.

No final de novembro, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, já havia dito que o crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre poderia ficar em torno de zero.

Resultados do terceiro trimestre, em detalhes

Em termos de valores, o PIB alcançou R$ 1,05 trilhão entre julho e setembro, de acordo com as informações do IBGE.

O único setor que teve crescimento em relação ao trimestre anterior foi a agropecuária (3,2%). Indústria (-0,9%) e serviço (-0,3%) apresentaram queda.

Na comparação entre o terceiro trimestre e o segundo, o consumo das famílias, um dos motores da economia nos últimos trimestres, caiu 0,1%, a primeira queda desde o quarto trimestre de 2008.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, houve um crescimento de 2,1%, com destaque para a agropecuária (6,9%), serviços (2%) e indústria (1%).

Em 12 meses, a alta do PIB brasileiro é de 3,7%. No acumulado de 2011 até setembro, o crescimento é de 3,2%.

Governo adota estratégia de estimular o consumo contra crise

O governo reduziu de 4,5% para 3,8% a previsão de crescimento do PIB deste ano por conta da deterioração do cenário externo.

De olho na desaceleração no cenário interno, o governo anunciou na semana passada um pacote de medidas para incentivar o consumo, que inclui redução de impostos para a compra de eletrodomésticos e aplicações financeiras (como empréstimos e investimentos na Bolsa de Valores).

Também na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 11,5% para 11% ao ano, a menor taxa do governo Dilma. A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo.

Como é feito o cálculo do PIB

O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.

Para calcular o PIB, são considerados todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2010, por exemplo, não é computado no PIB de 2011, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

(Com informações da Reuters) 

teve crescimento zero no terceiro trimestre na comparação com o segundo, com a primeira queda no consumo das famílias em quase três anos.

Mantega afirmou ainda que o governo tem mais mecanismos para estimular mais o consumo interno visando um crescimento entre 4% e 5% em 2012. Ele disse que, no momento, não há medidas que o governo esteja avaliando e que não há estudos para aumentar o capital de bancos a fim de elevar a oferta de crédito.

No final de novembro, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, já havia dito que o crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre poderia ficar em torno de zero.

Resultados do terceiro trimestre, em detalhes

Em termos de valores, o PIB alcançou R$ 1,05 trilhão entre julho e setembro, de acordo com as informações do IBGE.

O único setor que teve crescimento em relação ao trimestre anterior foi a agropecuária (3,2%). Indústria (-0,9%) e serviço (-0,3%) apresentaram queda.

Na comparação entre o terceiro trimestre e o segundo, o consumo das famílias, um dos motores da economia nos últimos trimestres, caiu 0,1%, a primeira queda desde o quarto trimestre de 2008.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, houve um crescimento de 2,1%, com destaque para a agropecuária (6,9%), serviços (2%) e indústria (1%).

Em 12 meses, a alta do PIB brasileiro é de 3,7%. No acumulado de 2011 até setembro, o crescimento é de 3,2%.

Governo adota estratégia de estimular o consumo contra crise

O governo reduziu de 4,5% para 3,8% a previsão de crescimento do PIB deste ano por conta da deterioração do cenário externo.

De olho na desaceleração no cenário interno, o governo anunciou na semana passada um pacote de medidas para incentivar o consumo, que inclui redução de impostos para a compra de eletrodomésticos e aplicações financeiras (como empréstimos e investimentos na Bolsa de Valores).

Também na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 11,5% para 11% ao ano, a menor taxa do governo Dilma. A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo.

Como é feito o cálculo do PIB

O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.

Para calcular o PIB, são considerados todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2010, por exemplo, não é computado no PIB de 2011, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

(Com informações da Reuters) 

poderia ficar em torno de zero.

Resultados do terceiro trimestre, em detalhes

Em termos de valores, o PIB alcançou R$ 1,05 trilhão entre julho e setembro, de acordo com as informações do IBGE.

O único setor que teve crescimento em relação ao trimestre anterior foi a agropecuária (3,2%). Indústria (-0,9%) e serviço (-0,3%) apresentaram queda.

Na comparação entre o terceiro trimestre e o segundo, o consumo das famílias, um dos motores da economia nos últimos trimestres, caiu 0,1%, a primeira queda desde o quarto trimestre de 2008.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, houve um crescimento de 2,1%, com destaque para a agropecuária (6,9%), serviços (2%) e indústria (1%).

Em 12 meses, a alta do PIB brasileiro é de 3,7%. No acumulado de 2011 até setembro, o crescimento é de 3,2%.

Governo adota estratégia de estimular o consumo contra crise

O governo reduziu de 4,5% para 3,8% a previsão de crescimento do PIB deste ano por conta da deterioração do cenário externo.

De olho na desaceleração no cenário interno, o governo anunciou na semana passada um pacote de medidas para incentivar o consumo, que inclui redução de impostos para a compra de eletrodomésticos e aplicações financeiras (como empréstimos e investimentos na Bolsa de Valores).

Também na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 11,5% para 11% ao ano, a menor taxa do governo Dilma. A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo.

Como é feito o cálculo do PIB

O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.

Para calcular o PIB, são considerados todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2010, por exemplo, não é computado no PIB de 2011, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

(Com informações da Reuters) 

reduziu de 4,5% para 3,8% a previsão de crescimento do PIB deste ano por conta da deterioração do cenário externo.

De olho na desaceleração no cenário interno, o governo anunciou na semana passada um pacote de medidas para incentivar o consumo, que inclui redução de impostos para a compra de eletrodomésticos e aplicações financeiras (como empréstimos e investimentos na Bolsa de Valores).

Também na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 11,5% para 11% ao ano, a menor taxa do governo Dilma. A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo.

Como é feito o cálculo do PIB

O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.

Para calcular o PIB, são considerados todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2010, por exemplo, não é computado no PIB de 2011, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

(Com informações da Reuters) 

pacote de medidas para incentivar o consumo, que inclui redução de impostos para a compra de eletrodomésticos e aplicações financeiras (como empréstimos e investimentos na Bolsa de Valores).

Também na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 11,5% para 11% ao ano, a menor taxa do governo Dilma. A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo.

Como é feito o cálculo do PIB

O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.

Para calcular o PIB, são considerados todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2010, por exemplo, não é computado no PIB de 2011, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

(Com informações da Reuters) 

cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 11,5% para 11% ao ano, a menor taxa do governo Dilma. A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo.

Como é feito o cálculo do PIB

O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.

Para calcular o PIB, são considerados todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2010, por exemplo, não é computado no PIB de 2011, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

(Com informações da Reuters) 

Para calcular o PIB, são considerados todos os bens e serviços produzidos em um país durante certo período. Isso inclui do pãozinho até o apartamento de luxo.

O índice só considera os bens e serviços finais, de modo a não calcular a mesma coisa duas vezes. A matéria-prima usada na fabricação não é levada em conta. No caso de um pão, a farinha de trigo usada não entra na contabilidade.

Um carro de 2010, por exemplo, não é computado no PIB de 2011, pois o valor do bem já foi incluído no cálculo daquele outro ano.

(Com informações da Reuters) 

Fonte: uol.com.br