Publicado em 4/07/2011 as 12:00am

"As novelas têm repetido suas fórmulas com elenco diferente", diz Regina Duarte sobre a teledramaturgia atual

Na TV há 46 anos, Regina Duarte, de 64, sabe que não é fácil fazer novela de sucesso. Em entrevista ao portal UOL, a atriz ? que está no ar na reprise da novela "Vale Tudo", do canal Viva, e poderá ser vista, em breve, em "Roque Santeiro", também do canal

Na TV há 46 anos, Regina Duarte, de 64, sabe que não é fácil fazer novela de sucesso. Em entrevista ao portal UOL, a atriz – que está no ar na reprise da novela “Vale Tudo”, do canal Viva, e poderá ser vista, em breve, em “Roque Santeiro”, também do canal Viva, e “O Astro”, da Globo – diz que a teledramaturgia sofreu um desgaste natural, mas, apesar disso, ainda defende o gênero. “De vez em quando vem um ‘Cordel Encantado’, uma ‘A Favorita’, mas em geral as novelas têm repetido suas fórmulas com elenco diferente”, afirma.

Para ela, faz parte do processo de evolução da teledramaturgia patinar de vez em quando e, de repente, ter um avanço criativo extraordinário. “Não dá para querer estar sempre fazendo sucesso. Nunca foi assim. Quantas novelas foram feitas e que nunca vão virar remake? É humano acertar e errar, é o que a gente faz o tempo todo”, argumenta ela, confessando, contudo, que tem se surpreendido com a audiência de “Vale Tudo”. “A repercussão é enorme. É como se eu estivesse no ar na novela das nove”, afirma, aos risos.

Em “O Astro”, que estreia dia 12 de julho, Regina vai dar vida à fútil e fofoqueira Clô Hayalla, papel que coube à atriz Tereza Rachel no folhetim homônimo exibido em 1977 na emissora. Para encarnar a perua, ela revela que perdeu três quilos e meio. “Quis emagrecer porque a Clô é uma mulher elegante. E o rosto mais fino fotografa melhor”, justifica.

Na história, adaptada da obra de Janete Clair, Clô é casada com o poderoso Salomão Hayalla (Daniel Filho), que só pensa em trabalho e não liga a mínima para ela. Além de ter de lidar com a indiferença do marido, a dondoca ainda tem problemas com o único filho, Márcio (Thiago Fragoso), que apesar de milionário, é completamente desapegado de seus bens materiais.

Para fugir dessa realidade, a personagem começa a ter um caso com o jovem e ambicioso Felipe Cerqueira (Henri Castelli). “Ela trai porque quer se vingar do abandono em que se encontra em função do descaso e da agressividade, dos maus-tratos do marido”, adianta Regina, acrescentando que, ao contrário de Clô, não se interessaria por um homem muito mais novo do que ela. “Não faz a minha cabeça. Já fui casada com uma pessoa dez anos mais nova que eu, mas sempre me senti mais nova que ele”, conta, às gargalhadas.

Para ela, faz parte do processo de evolução da teledramaturgia patinar de vez em quando e, de repente, ter um avanço criativo extraordinário. “Não dá para querer estar sempre fazendo sucesso. Nunca foi assim. Quantas novelas foram feitas e que nunca vão virar remake? É humano acertar e errar, é o que a gente faz o tempo todo”, argumenta ela, confessando, contudo, que tem se surpreendido com a audiência de “Vale Tudo”. “A repercussão é enorme. É como se eu estivesse no ar na novela das nove”, afirma, aos risos.

Em “O Astro”, que estreia dia 12 de julho, Regina vai dar vida à fútil e fofoqueira Clô Hayalla, papel que coube à atriz Tereza Rachel no folhetim homônimo exibido em 1977 na emissora. Para encarnar a perua, ela revela que perdeu três quilos e meio. “Quis emagrecer porque a Clô é uma mulher elegante. E o rosto mais fino fotografa melhor”, justifica.

Na história, adaptada da obra de Janete Clair, Clô é casada com o poderoso Salomão Hayalla (Daniel Filho), que só pensa em trabalho e não liga a mínima para ela. Além de ter de lidar com a indiferença do marido, a dondoca ainda tem problemas com o único filho, Márcio (Thiago Fragoso), que apesar de milionário, é completamente desapegado de seus bens materiais.

Para fugir dessa realidade, a personagem começa a ter um caso com o jovem e ambicioso Felipe Cerqueira (Henri Castelli). “Ela trai porque quer se vingar do abandono em que se encontra em função do descaso e da agressividade, dos maus-tratos do marido”, adianta Regina, acrescentando que, ao contrário de Clô, não se interessaria por um homem muito mais novo do que ela. “Não faz a minha cabeça. Já fui casada com uma pessoa dez anos mais nova que eu, mas sempre me senti mais nova que ele”, conta, às gargalhadas.

Fonte: UOL.COM.BR