Publicado em 30/10/2017 as 12:00pm

Lutador americano diz que Brasil é chiqueiro de “animais imundos”

Com muitas vitórias de brasileiros e uma polêmica envolvendo o norte-americano Colby...

Lutador americano diz que Brasil é chiqueiro de “animais imundos” O falastrão Colby Covington precisou de proteção para sair do octógono.

Com muitas vitórias de brasileiros e uma polêmica envolvendo o norte-americano Colby Covington, o UFC São Paulo foi o último do ano no Brasil e ficou marcado pela derrota de Lyoto Machida na luta principal, na noite deste sábado, no Ginásio do Ibirapuera.

O brasileiro, ex-campeão dos meio-pesados, retornava após cumprir suspensão de 18 meses por doping. Ele enfrentou Derek Brunson, mas sofreu com golpes do adversário e foi nocauteado aos 2min30s do primeiro round. Essa foi sua terceira derrota seguida. O público mostrou respeito ao vencedor e o aplaudiu, ao contrário do que havia acontecido antes, quando Demian Maia enfrentou o falastrão Colby Covington.

O veterano, especialista no jiu-jítsu, tentou levar o combate para o chão em diversas oportunidades, sem sucesso. No final, os juízes deram a vitória para Covington por decisão unânime, em uma luta bastante sangrenta. Após a vitória, o norte-americano provocou ainda mais a torcida e falou muitas besteiras ao microfone.

“Eu fico um pouco desapontado, pois vim aqui para aposentar o Demian Maia e finalizá-lo. Mas depois do que aconteceu, eu não acho que ele vá voltar, então estou feliz. A reação da torcida era o que eu esperava, eles me odeiam e eu não os respeito. Eles não precisam traduzir o que eu disse porque eu estava falando com os Estados Unidos, onde meus fãs me apoiam. O Brasil é um chiqueiro de animais imundos”, afirmou.

Ao deixar o octógono, foi alvejado por copos dos torcedores e teve que sair rápido. A raiva nem era tanto por causa da vitória, mas pelas provocações que fez aos brasileiros durante toda a semana, o que se manteve depois da luta. Os seguranças ajudaram o atleta a deixar a área de acesso ao octógono.

Fonte: Redação - Brazilian Times

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