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Publicado em 22/12/2018 as 8:00am

Brasileiro relembra começo na NBA e como combateu o racismo

Quase duas décadas atuando na principal liga de basquete dos Estados Unidos, com passagens...

Brasileiro relembra começo na NBA e como combateu o racismo Nenê é um dos brasileiros com maior destaque no esporte

Quase duas décadas atuando na principal liga de basquete dos Estados Unidos, com passagens pelos times Denver Nuggets, Washington Wizards e Houston Rockets, o brasileiro Nenê acumulou ao longo de sua carreira muitas conquistas e desafios.

Com 36 anos de idade, o pivô é um exemplo para muitos atletas que estão começando a carreira, mas por trás de sua história existe momentos de grandes dificuldades.

Em uma entrevista para o site ESPN, o atleta conta que quando tinha 18 anos de idade, sem falar inglês, se sentia um estranho para os demais atletas. “Estava com medo. Se algo desse errado, para onde eu iria correr? Eu sempre soube que Deus estaria comigo...", disse Nenê para o portal The Undefeated, ao ser perguntado sobre as dificuldades que teve de enfrentar em seu começo.

Uma das principais barreiras que encontrou foi o choque cultural e o idioma, mas com o passar dos anos, o seu talento o tornou um dos negros estrangeiros de destaque na liga.

O pivô afirma que o “racismo também foi um grande desafio” e que este problema acontece em todo o mundo. “Há muitas mentes fracas que tentam separar pessoas usando a cor como desculpa. Quando cheguei aqui, usei a oportunidade. Usei minha fé. Eu tratei as pessoas muito bem e com respeito", acrescentou.

Ao celebrar quase 20 anos jogando na NBA, Nenê destaca que mesmo diante dos desafios, a sua carreira foi formada por muito mais conquistas do que dificuldades. Ele cita que sou aproveitar cada oportunidade e soube encarar cada desafio que encontrou no caminho.

"Se você estudar a história, todos os imigrantes vieram para os EUA para uma oportunidade. Para uma religião livre, por liberdade. Qualquer um que tenha vindo de outro lugar terá obstáculos, adversidades. Às vezes, você ainda tem coisas sobre cor e classe", finalizou.

Fonte: Redação - Brazilian Times