Publicado em 25/12/2008 as 12:00am

Mc Cain destaca necessidade de ampla reforma migratória

O senador e ex-candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, insistiu na necessidade de uma reforma migratória compreensiva, mas também reiterou a importância da segurança fronteiriça do país

O senador e ex-candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, John McCain, insistiu na necessidade de uma reforma migratória compreensiva, mas também reiterou a importância da segurança fronteiriça do país.

“Sempre fui a favor de uma reforma migratória, mas também temos que assegurar nossa fronteira”, disse à Agência Efe McCain, na cidade de Tucson, no Arizona, em um dia no qual percorreu várias cidades na divisa com o México e se reuniu com agentes da Patrulha Fronteiriça.

No entanto, o senador pelo Arizona evitou dar detalhes sobre se, atualmente, está trabalhando em um plano de reforma migratória ou se tem planejado se reunir com seus colegas no Senado para discutir este tema.
McCain ressaltou a importância de ter um programa de trabalhador hóspede “que funcione” e abra caminho para aqueles que o mereçam.

“Não podemos saber quando poderia ser aprovada uma reforma migratória, ou se esta poderia ser discutida em 2009. O presidente eleito Barack Obama é quem está trabalhando na agenda”, declarou.

“É importante uma reforma migratória, mas o povo americano quer que a fronteira tenha segurança”, reiterou.

O ex-candidato presidencial elogiou a nomeação da governadora do Arizona, Janet Napolitano, como secretária do Departamento de Segurança Nacional.
Ele acrescentou que a experiência de Napolitano à frente de um estado fronteiriço será de grande valor em Washington.

“Atualmente, há um grande problema do outro lado da fronteira com os cartéis de droga”, comentou.

De acordo com McCain, para enfrentar esta situação, os Estados Unidos devem trabalhar em conjunto com o Governo do México.

A fronteira de Arizona e México foi qualificada pelo governo federal como “o ponto vermelho” no cruzamento de imigrantes ilegais e tráfico de drogas.

 

Fonte: (Gazeta News)