Publicado em 1/10/2012 as 12:00am

Imigração prende 11 brasileiros tentando entrar nos EUA

O Departamento de Imigração dos Estados Unidos divulgou neste final de semana, a apreensão de um barco com 11 brasileiros. Segundo as informações, eles tentavam entrar, ilegalmente, no país por Derfield Beach, na Flórida, no dia 16 de setembro.

O Departamento de Imigração dos Estados Unidos divulgou neste final de semana, a apreensão de um barco com 11 brasileiros. Segundo as informações, eles tentavam entrar, ilegalmente, no país por Derfield Beach, na Flórida, no dia 16 de setembro.

Conforme as informações levantadas pelos agentes que efetuaram a prisão, o barco teria que atracar em Lantana, de onde todos os imigrantes seriam levados aos seus destinos. "Mas uma denúncia acabou promovendo a detenção de todos". Informou a nota.

Depois que os agentes abordaram o barco, os imigrantes informaram que pagaram milhares de dólares pela travessia de Bahamas até o sul da Flórida. As investigações mostraram que três dos brasileiros já haviam estado em solo norte-americano e deportados para o Brasil.

Entre os presos que já haviam sido deportados, estava Tiago Lopes de Passos, que foi deportado ao Brasil no dia 21 de agosto. "Eu paguei US$3,200 por esta viagem, que tinha como destino o estado da Philadelphia, onde moram alguns de seus parentes e amigos", contou ele aos agentes.

Já José Valdivino, que já havia sido deportado em 2009, relatou que pagou a quantia de US$14 mil pela viagem. Ele informou que o dinheiro teria sido dado para uma pessoa, no Brasil, identificada por Sidney.

O brasileiro Batista de Morais Neto estava no comando do barco e tinha recebido orientações de levar os imigrantes até um ancoradouro em Lantana. Segundo as investigações, neste local todos seriam apanhados por uma pessoa ainda não identificada em seguida deveria levar o barco até Pionner Park, de onde iria embora.

Batista continua preso e responderá pelo crime de traficar e abrigar imigrantes indocumentados. As informações sobre os demais brasileiros não foram divulgadas pelo departamento.

Fonte: Braziliantimes