Publicado em 26/10/2012 as 12:00am

Nos EUA, Patriota discute fim dos vistos com Hillary

Questionados sobre quando brasileiros poderão viajar aos Estados Unidos sem precisar da permissão, nem o ministro nem a secretária responderaram de forma direta

Questionados sobre quando brasileiros poderão viajar aos Estados Unidos sem precisar da permissão, nem o ministro nem a secretária responderaram de forma direta

da redação

O ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse nesta quarta-feira que a iniciativa de acabar com a exigência de vistos entre os visitantes de ambos os países "está sendo discutida de uma forma bastante construtiva". A declaração foi dada em entrevista coletiva após encontro com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Questionados sobre quando brasileiros poderão viajar aos EUA sem precisar de visto, nem o ministro nem a secretária responderam de forma direta. "Estamos confiantes que (a questão) vai continuar avançando nos próximos anos", limitou-se a dizer Patriota, preferindo destacar a diminuição do tempo para retirada do visto americano no Brasil, alcançada por meio da abertura de novos postos de atendimento.

O Ministério de Relações Exteriores (MRE) destacou, por meio de um comunicado oficial, que "os participantes notaram o aumento contínuo de viagens entre os dois países e saudaram o progresso significativo do Departamento de Estado em reduzir os tempos de espera para agendamento de entrevistas para a obtenção de vistos estadunidenses no Brasil".

Hillary, por sua vez, destacou que Washington apoia o programa brasileiro Ciências sem Fronteiras e que, desta forma, seu país vem "recebendo milhares de estudantes brasileiros nos Estados Unidos e deseja receber mais".

Histórico – Até o momento, o governo americano não prevê a eliminação da exigência de vistos para brasileiros. Mas a enorme demanda deve intensificar os planos para deixar cada vez mais eficiente a emissão. Há um estudo também para evitar que os brasileiros com visto sejam barrados nos aeroportos, como ainda acontece em alguns casos. Mesmo esta mudança, porém, ainda está em etapa de análise.

Embora possa facilitar a ida de turistas brasileiros aos EUA, o fim dos vistos eliminaria uma importante fonte de renda para o Departamento de Estado, que fatura quase 200 milhões de dólares por ano com as emissões – e as rejeições.

vistos entre os visitantes de ambos os países "está sendo discutida de uma forma bastante construtiva". A declaração foi dada em entrevista coletiva após encontro com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Questionados sobre quando brasileiros poderão viajar aos EUA sem precisar de visto, nem o ministro nem a secretária responderam de forma direta. "Estamos confiantes que (a questão) vai continuar avançando nos próximos anos", limitou-se a dizer Patriota, preferindo destacar a diminuição do tempo para retirada do visto americano no Brasil, alcançada por meio da abertura de novos postos de atendimento.

O Ministério de Relações Exteriores (MRE) destacou, por meio de um comunicado oficial, que "os participantes notaram o aumento contínuo de viagens entre os dois países e saudaram o progresso significativo do Departamento de Estado em reduzir os tempos de espera para agendamento de entrevistas para a obtenção de vistos estadunidenses no Brasil".

Hillary, por sua vez, destacou que Washington apoia o programa brasileiro Ciências sem Fronteiras e que, desta forma, seu país vem "recebendo milhares de estudantes brasileiros nos Estados Unidos e deseja receber mais".

Histórico – Até o momento, o governo americano não prevê a eliminação da exigência de vistos para brasileiros. Mas a enorme demanda deve intensificar os planos para deixar cada vez mais eficiente a emissão. Há um estudo também para evitar que os brasileiros com visto sejam barrados nos aeroportos, como ainda acontece em alguns casos. Mesmo esta mudança, porém, ainda está em etapa de análise.

Embora possa facilitar a ida de turistas brasileiros aos EUA, o fim dos vistos eliminaria uma importante fonte de renda para o Departamento de Estado, que fatura quase 200 milhões de dólares por ano com as emissões – e as rejeições.

Fonte: Brazilian Times