Publicado em 13/08/2014 as 12:00am

CTIB critica inércia de Deval Patrick em relação aos imigrantes

Para A entidade, Deval teve como principal característica a omissão quando o assunto é defender o trabalhador imigrante que ajuda construir o Estado. "Ele não fez nada pelo nosso povo", continua.

A Central do Trabalhador Imigrante Brasileiro nos Estados Unidos (CTIB/US) sempre foi uma entidade que bateu de frente com a política anti-imigrante e jamais deixou de se posicionar a sua opinião sobre o marasmo que se abateu quando o assunto é uma Reforma Imigratória. Nesta semana, o presidente Márcio Porto fez duras críticas ao governo de Massachusetts, o qual, segundo ele, “não fez absolutamente nada” em prol da comunidade imigrante.

Segundo Márcio, o Governador Deval Patrick que foi reeleito com apoio dos imigrantes e promessas de que iria ajudá-los, “não fez nada” e se manteve omisso nos principais assuntos relacionados à imigração. “Não Devemos aplaudir um governo que prometeu tantas coisas boas e vai terminando o seu mandato sem ter erguido se quer uma palha em nosso favor”, afirma.

Para A entidade, Deval teve como principal característica a omissão quando o assunto é defender o trabalhador imigrante que ajuda construir o Estado. “Ele não fez nada pelo nosso povo”, continua.

Márcio ressalta que alguns estados conseguiram aprovar a liberação da Carteira de Motorista para indocumentados e em Massachusetts, o “governador amigo dos imigrantes” não fez nada a respeito. “Muitas outras leis foram criadas em diversas regiões para apoiar e proteger o trabalhador imigrantes, mas Deval Patrick não assinou nenhuma do gênero”, disse. “Pelo contrário, ele assinou a instalação do Comunidades Seguras, um programa que persegue os imigrantes”, complementa.

Em uma nota divulgada nas redes sociais, a CTIB afirma que se a reforma imigratória precisasse do apoio de pessoas com as qualidades de Deval, jamais seria aprovada. “Isso porque ele possui dois discursos, sendo um para os puxa-saco e outro para agradar os anti-imigrantes”, conclui.

Fonte: Redação do Brazilian Times

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