Publicado em 22/10/2014 as 12:00am

Fontes revelam que Obama já mandou produzir milhões de Green Card

O Departamento de Imigração dos Estados Unidos planeja buscar um fornecedor para produzir 34 milhões de autorizações de trabalho em branco e "Green Card"

O Departamento de Imigração dos Estados Unidos planeja buscar um fornecedor para produzir 34 milhões de autorizações de trabalho em branco e “Green Card” - uma papelada que autoriza imigrantes indocumentados a viver e trabalhar legalmente no país. Segundo fontes da Casa Branca, isso se deve ao fato de que o presidente Barack Obama pretende emitir uma ordem executiva até o final do ano.

De acordo com um projeto, o governo está procurando uma empresa que possa produzir no mínimo quatro milhões de cartões por ano, durante cinco anos, sendo nove milhões nos primeiros estádios. Os Republicanos criticaram o plano e afirmaram que isso é como uma “anistia” para os milhões de imigrantes indocumentados, incluindo centenas de milhares que entraram no país através da fronteira mexicana.

Chamado de Request For Proposal, é semelhante uma licitação, que normalmente é publicada com antecedência para que os fornecedores do Governo possam se preparar para apresentar suas propostas.

Um funcionário do USCIS informou que o projeto foi publicado “porque o presidente vai realmente agir em torno de promover uma minirreforma, por conta própria”. Mas outra fonte do departamento, assegura que a licitação foi elaborada baseada em uma reforma de imigração que venha ser aprovada pelo Congresso e não pela Casa Branca.

De qualquer maneira, o projeto mostra que o presidente Obama tem total interesse em uma reforma imigratória, pois caso contrário não solicitaria tantos “cartão de residente permanente” ou “Autorização de Trabalho”.

A ex-funcionária do Departamento de Estado, Jessica Vaughan, agora especialista em imigração do Center for Immigration Studies, disse que “parece que o presidente está decidido a emitir uma Ordem Executiva ainda mais ampla do que o projeto de reforma imigratória estagnado no Congresso”.

Fonte: Da Redação