Publicado em 17/12/2015 as 12:00am

Cidade em NJ entra na briga pela "Reforma Imigratória" de Obama

A petição apoia as ordens executivas do Presidente Obama suspensas pela Corte de Apelações do 5º Distrito no Texas

Atualmente, 48 cidades e condados por todos os EUA assinaram uma petição de apoio às ordens executivas do Presidente Barack Obama na imigração e, no início de dezembro, Princeton (NJ) se tornou uma delas. A petição, apresentada à Corte Suprema pelo grupo Cidades Unidas pela Ação na Imigração (CUIA), apoia os decretos de lei que “oferecerão alívio temporário e autorização de trabalho a milhões de indocumentados que não tiverem antecedentes criminais e cumpram outros requisitos”, postou a entidade em seu website.

O esforço é liderado pelo prefeito de Nova York, Bill de Blasio, o prefeito de Los Angeles (CA), Eric Garcetti, e o prefeito de Atlanta (NC), Kasim Reed. A petição se opõe à decisão da Corte de Apelações do 5º Circuito no Texas, que suspendeu as ordens executivas.

“Nós estamos encorajando a Corte Suprema a rever o caso para que a implantação das ações executivas do Presidente Obama possam finalmente entrar em vigor”, postou Blasio em seu website.

Para a prefeita de Princeton, Liz Lempert, que juntou-se à coalisão assinando a petição em 5 de dezembro, essa é uma forma de demonstrar que a reforma migratória impacta comunidades de todos os tamanhos no país.

“No momento, o que temos é um sistema de imigração quebrado”, disse Lempert na terça-feira (15). “Nós temos um sistema em que as famílias são separadas uma das outras”.

Ela acrescentou que apresentou a ideia de assinar a petição ao Conselho Municipal para garantir que as autoridades locais concordariam. Entretanto, acrescentou a prefeita, não se tratou simplesmente de um ato de apoio, pois pensando especialmente na comunidade imigrante de Princeton. “Não custa dinheiro algum”, comentou.

Lempert declarou não saber o número exato de indocumentado que moram em Princeton, mas têm a noção de que se trata de “tamanho razoável”

“Isso beneficiaria a nossa comunidade e o nosso país, caso houvesse um caminho mais claro e fácil para a cidadania”, concluiu.

Fonte: braziliantimes.com