Publicado em 9/08/2017 as 12:30pm

ICE prende 32 imigrantes por crimes sexuais em Long Island, NY

Agentes do US Immigration and Customs Enforcement (ICE), em New York, prenderam 32 imigrantes....

ICE prende 32 imigrantes por crimes sexuais em Long Island, NY As prisões visavam apenas imigrantes com condenações por crimes sexuais.

Agentes do US Immigration and Customs Enforcement (ICE), em New York, prenderam 32 imigrantes. As prisões foram realizadas durante uma operação em Long Island, visava criminosos sexuais, e foi concluída no dia 03, de acordo com um comunicado divulgado pela agência nesta terça-feira, dia 08.

De acordo com o comunicado, todos os presos tinham pelo menos uma condenação por crime sexual, inclusive estupro. As primeiras prisões foram feitas nos Condados de Nassau e DSuffolk, leste de Brooklyn e do Queens. Os imigrantes presos são oriundos da República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Índia, México, Peru e Trinidad e Tobago.

Entre os detidos, estava um salvadorenho de 24 anos, acusado de abuso sexual em primeiro grau e contato sexual com uma criança de quatro anos de idade. Também foi preso um hondurenho de 32 anos, que foi levado sob custódia por condenações anteriores por crimes sexuais em terceiro grau, colocando em perigo a vida de uma criança.

"O compromisso contínuo do ICE em tornar as nossas comunidades é reforçada por operações como esta, direcionada a prender agressores sexuais. Estas ações concentram nossos recursos em criminosos mais notórios e promove a segurança pública nas comunidades em que vivemos e trabalhamos", disse Thomas R. Decker, diretor do escritório em New York.

Todos os presos serão colocados em processo de deportação.

A operação é uma das muitas desde que o presidente Trump assinou uma ordem executiva dando poder aos agentes de imigração para implementar integralmente as leis descritas na Lei de Imigração e Nacionalidade, o que levou alguns a rotular as operações como um movimento de abertura para deportar imigrantes indocumentados.

Fonte: Redação - Brazilian Times